Bíblia de Estudos e-Sword

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

NOVO...

NOVO... Uma das frases mais ouvidas nestes dias talvez seja: “Feliz ano novo!” As pessoas desejam “Feliz ano novo” a cada final de ano, mas entra ano e sai ano e vamos observando que todas as coisas segundo a ótica do puro observador da “razão pura” é que ”todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pedro 3:4), embora o texto use o marasmo do universo para criticar Deus e suas promessas, de fato o universo não pode por si produzir nada além do que lhe é próprio. O ETERNO, ao criar os elementos colocou atributos em todas as coisas que as capacitam a produzir em si mesmas o que lhes é próprio: “Produza a terra relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie” (Gênesis 1:11). Os seres vivos igualmente produzem suas próprias espécies continuamente: “Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies” (Gênesis 1:21). E todos os ambientes foram habitados por seres adequados e que produziram segundo as suas espécies (Gênesis 1:24; 25). E ao ser humano a distinção sobre todos os outros seres. Tendo sito feito a imagem e semelhança ao Criador, criado então compatível com o Criador (Gênesis 1:26), recebendo do Criador a função semelhante a do próprio Criador como um líder do universo, como um cuidador juntamente com o Criador de todas as coisas e criaturas (Genesis 1:26-30). O ser humano ao se distanciar de seu Criador, assume para si a condição de líder único do universo, assumindo para si mesmo a condição de conhecedor de todos os parâmetros para a existência do universo. Tal pretensão é muito acima, muito além de sua identidade e de seus atributos, uma defasagem e um lapso impossível de ser administrado, gerando uma condição de impossibilidade para a continuidade significativa, válida, legítima, mas que procura ser suprida pela criatividade inerente ao próprio ser humano a ele dada pelo Criador. NOVO... Ansiando pelo novo, mas observando o mesmo... Procura ser criativo em artifícios diversos para procurar gerar ao menos alguma expectativa por algo NOVO... Declarações de “feliz ano novo”... Procuram permear as mentalidades ávidas pelo NOVO, mas conscientes de que tudo será o mesmo... Artifícios diversos como as vias religiosas, supersticiosas, intelectuais, científicas, festas, loterias, reuniões familiares, bebidas, comidas, mantras, etc., os mais diversos ramos do conhecimento a serviço da produção dos mais variados artifícios que possam dar alguma ideia de NOVO ou de alguma novidade a ancorar as expectativas humanas. Mas o máximo que o ser humano pode alcançar embora tenha o dimensionamento eterno por poder gerar pensamentos transcendentes e sem limites, esbarra em sua própria limitação por ser quem é, um ser criado e carente da PESSOA que o criou, O ETERNO. O ETERNO sendo quem É, é a eterna novidade, é o ÚNICO que pode gerar o verdadeiramente NOVO a cada instante, pois o NOVO para ser de fato novo, não pode estar enraizado e estruturado dentro do finito, temporal, transitório, pois nesta dimensão por si só, acaba, se esvai, termina, necessita de aparatos artificiais para manter uma ideia que não é para parecer que é. O verdadeiramente NOVO, então está na PESSOA do ETERNO, por ser quem É, pode realizar o NOVO infindável, por sua própria natureza ETERNA. Esta dimensão no entanto, é possibilitada ao ser humano única e exclusivamente por ELE mesmo, a PESSOA de DEUS que entra na esfera finita, temporal, transitória e se torna a porta, o caminho, a verdade, a vida, então o eternamente NOVO, onde todo o momento a experiência com o que há de mais intenso, de última atualização, o NOVO, ocorre o tempo todo, todo o dia, todo o momento, então há uma celebração, um memorial perpétuo entre o ETERNO e aquele ser humano que como estabelecido por ELE, se torna e toma parte desta eterna novidade, se tornando também o verdadeiramente NOVO para sempre. O ETERNO disponibiliza este “up-grade” ETERNO para o ser humano nELE mesmo, trazendo para o ser humano o “DNA”, a “genética” dELE mesmo para que o ser humano possa ter este tipo de experiência, este tipo de VIDA: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito (monogenes = único que tem este gen), para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1 Timóteo 2:5). Infelizmente a humanidade percebe as declarações e os atos do ETERNO, então do ÚNICO DEUS, como algo religioso e tem um tipo de “link”, um tipo de vírus que basta citar o CRIADOR, ou o ETERNO, ou o CRISTO, que não consegue pensar em outra coisa a não ser em religião, ou então em aversão a religião e permanece em um tipo de “limbo” que anula a Inteligência profunda e última do ser. Alguns afirmam: - Sou crente - Sou católico - Sou espírita - Sou ateu - Sou evangélico - Sou neo... qualquer coisa - Sou budista - Sou filósofo - Sou padeiro - Sou engenheiro Enfim, e etc., permanecendo em um tipo de plataforma para a reflexão muito reduzida que impede ouvir unicamente ouvir o que o CRIADOR tem a dizer e a pensar nesta linha de raciocínio onde há sintonia procura se estabelecer entre o Criador e ele. Somente o CRIADOR em CRISTO, que pode fazer de fato NOVAS todas as coisas a partir do próprio ser humano que é o elemento que recebe em primeira mão esta intervenção profundamente cirúrgica radical: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17). “E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras” (Apocalipse 21:5). No entanto este ato do ETERNO em tão alto grau de profundidade, extensão e de tal forma abrangente quanto a toda a realidade dELE e do ser humano, ampara seu ato pela via da dignidade, da honra, do respeito, a ELE mesmo e ao ser humano que sendo constituído como ELE mesmo fez, é respeitado em sua pessoa ao ser tocado pela PALAVRA do ETERNO, permitindo a reflexão do ser humano expressar livremente e por isso responsavelmente a resposta que ousadamente dá através de sua decisão por seus próprios atos, como o que ocorre a partir de cada chamada da parte de DEUS... E a resposta que damos a Deus seja cheia de profunda avaliação... Deus abençoe a todos... Heber, pastor www.ibtrindade.org

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