O Senado está querendo saber a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122 (que castiga toda opinião contrária ao homossexualismo), perguntando se você é a favor ou contra esse projeto. Para votar, vá à
enquete deste link:
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
Os ativistas homossexuais estão votando em massa no “sim”. Ajude a reverter o placar, votando “não” à ditadura gay.
Ajude a mobilizar todos os seus amigos a votar "não".
Email que enviei ao SENADO através do serviço de "FALE CONOSCO"... além da votação que participei declarando meu "NÃO"...
Manifesto nossa total insatisfação em mesmo haver um tipo de enquete que considere este tipo de proposta, uma vez que se torna em desrespeito a própria Constituição Nacional, que garante direitos a todos os cidadãos. Mas se a Constituição não tiver mais este valor, então teremos que pensar com urgência em todos os segmentos da sociedade que sejam ou minoria ou algum tipo de identidade que difira do grupo majoritário que se beneficie da inclusão e da proteção da Constituição.
Ao votar contra este projeto, não há qualquer discriminação a este grupo como pessoas e seres humanos que são, mas contra a forma como até mesmo esta idéia está sendo utilizada que implicitamente segrega, mostra uma desorientação sobre a identidade humana e com uma conotação com alto grau de heterofobia.
E nesta palavra a todos os amigos aqui do ORKUT, sugiro que se permitam envolver com a VERDADE, com o que é JUSTO, e o que é PURO, sob o conceito que lhes atribui assim o próprio que assim é, o CRIADOR e possamos ajudar as pessoas a se aproximarem desta dignidade de ser e existir que somente nELE há e para isso anuncia o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA que é CRISTO, o SENHOR, cuja aceitação é a mais urgente necessidade humana, mas digna-se o SENHOR a respeitar até mesmo nossa rejeição a ELE, até o DIA DO SEU JUÍZO em SUA VINDA, conforme as ESCRITURAS que publicadas anunciam SUA VONTADE... Deus abençoe a todos... !
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
DIVERSIDADE OU ESPECIFICIDADE
Diversidade ou Especificidade?
Os termos e as definições quando examinados profundamente, são necessários para que entendamos e vivamos corretamente ou podem ser tratados maliciosamente e conduzir a equivocos. Precisamos aprender a pensar e a pesar, sendo este o significado de pensar.
Hoje o tema “diversidade” está em evidência no sentido de afirmar a prática homossexual como natural.
Observando o Natural no universo. Perceber as evidências nos argumentos do universo, na consciência quanto ao senso geral da vida, na Palavra do CRIADOR a respeito da existência e da vida em geral é um fator que nos qualifica a viver adequadamente.
O universo é complexo e específico, cada elemento tem sua função, identidade específica, que é evidência da ‘especificidade’.
Observe o sol, a lua, as estrelas, o planeta Terra, os elementos diante de nós, as estruturas químicas, atômicas, etc., tudo é específico, com sua identidade pura e única. A identidade específica é razão de existir e o cumprir sua especificidade, sua glória.
Esta é a Verdade dos elementos, e por isso são dignos de fé e sua continuidade é válida e significativa.
Fazer objeção a evidência, a especificidade a Verdade é necessário um forte argumento com razoável conteúdo para que receba aceitação na avaliação geral.
A questão do homossexualismo. Para sua promoção tem sido utilizado o termo ‘diversidade’ e utilizando a família como argumento, afirmando a família como um centro de ensino não preconceituoso.
Origem da família. Esta tem origem em Deus, a família foi criada, instituída por Deus e recebe o padrão do CRIADOR para que a continuidade seja digna. Na fonte da origem da família, no registro no livro de Gênesis, Deus afirma: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Genesis 1:27). Jesus Cristo, afirmando a autoridade do relato em Genesis, em um dos debates, este sobre a família, eleva o nível do entendimento a respeito da família e remete aquelas pessoas para a fonte em Genesis: “Não tendes lido que o CRIADOR; desde o princípio, os fez homem e mulher” (Mateus 19:4). Esta Palavra de Jesus nos ajuda a entender que o Criador os fez “homem e mulher”, “desde o princípio”. Aqui está o padrão de Deus para a vida humana, é desta forma “desde o princípio”, não temos antepassados símios e somos esclarecidos de que em momento algum, o CRIADOR fez qualquer outro tipo de pessoas, a não ser específicamente ELE os fez “homem e mulher” “desde o princípio”.
Assim a história do ser humano este é orientado a partir da Palavra de Deus, que desde nossa origem, somos “homem e mulher”, e assim a família é composta e educaco pela Palavra de Deus continua e pode atingir seus propósitos últimos na existência.
Qualquer outra forma que altere este padrão original da Verdade do ser, é incorrer em deliberada ação contra a natureza, contra o padrão e contra o CRIADOR.
Argumentar o movimento homossexual a partir da família anula o próprio movimento.
É na família o ambiente por excelência onde o crescimento se dá no mais alto nível que o ser humano possa alcançar, sob os princípios e diretrizes do CRIADOR, como exemplo podem ser vistos resumidamente em Êxodo 20 e Deuteronômio 6, as virtudes vão florescer.
Quanto ao preconceito é importante que se diga que quando em algum estudo, pesquisa ou até mesmo debate, se postula em favor da Verdade, não há preconceito algum em relação ao que não é verdadeiro, ou quanto ao caminho que esteja fora da verdade, apenas se passa a conhecer a Verdade e se passa a aceitá-la ou não. Mas em momento algum a aceitação da Verdade implica em preconceito para com a não verdade. De fato, se conhecendo a Verdade e mesmo assim, com insistência e até irredutibilidade manter-se o curso avesso à Verdade então aí teremos um preconceito, até mesmo uma aversão, um tipo de fanatismo, e neste ponto é possível algum tipo de fobia, para com a Verdade. Mas ressaltar é importante que ao utilizar do argumento da Verdade não se estará sendo preconceituoso ou fóbico seja sobre o que ou quem for que esteja em contradição com a Verdade.
Argumentar com a Verdade só há um objetivo, estar em favor da própria Verdade e não contra algo ou alguém.
É no âmbito familiar onde noções de igualdade, justiça, honestidade, identidade, fraternidade, sociabilidade, amor, respeito, enfim virtudes que estruturam uma vida significativa. Para tal empreendimento necessitamos o tempo todo do uso da Verdade para que se chegue aos fins últimos dignos de uma família e das pessoas que a compõem.
A família forma o indivíduo que de fato surge da comunhão e este almeja o significado, o sentido, a dignidade, a legitimidade, são ítens que apelam para a fé, pois são virtudes invisíveis e só podem ser buscados pela fé e a fé somente se sustenta e constroi o que é digno e justo se estiver construindo sobre a Verdade. Assim o indivíduo estabelece seu sistema de crença, ética, moral, sua vida. A Palavra do CRIADOR é o fundamento para direção de vida e ELE é o Autor que estabeleceu a identidade, a especificidade, a identidade absoluta do ser, homem como homem e mulher como mulher, e ambos nestas atribuições sob a condução da Verdade e construindo suas vidas nos princípios estabelecidos pelo CRIADOR, que em nada ferem o bom senso comum se vistos com a naturalidade que deveria ser analisados e manterão o curso da existência para com seus fins legítimos e saudáveis.
A família postula ser legítima e de fato é, pois teve sua origem na Palavra de Deus e sua condução sobe esta Palavra gera uma vida digna. Eentão se adequa sempre a Verdade, sob a pena de estar na falsidade. É possível que de forma hábil, sejam elaborados conceitos e sofismas para dar um ar razoável para novas práticas que não condigam com a Verdade préviamente estabelecida pelo CRIADOR e pelo bom senso humano, mas estes não terão a originalidade, nem a legitimidade, nem a Verdade e nem o significado e a honra e a dignidade de terem sido originados pelo CRIADOR.
Há casos em que o argumento natural já não exerce força para conduzir ou reconduzir os raciocínios e as vontades então o que se torna aceitável sejam novas definições geradas pelo grupo ou pela cultura, contrariando a Verdade a especificidade natural dos elementos. Esta nova regência é uma situação que leva a sociedade em relação a Verdade, a especificidade e as consequentes novas deformações pessoais e sociais a beira do caos e da anarquia.
Há uma referência em outra Palavra do Criador sobre um processo de perda das referências da Verdade e então como consequência perda também da especificidade de cada elemento. No registro do texto do livro de Romanos 1:18-32, quando Paulo faz um estudo da sociedade de seu tempo e demonstra o processo de perda dos valôres essenciais e fundamentais para o ser e para a vida como uma progressão para uma condição de degeneração do ser através de vários e sutis estágios, iniciando pelo desprezo para com o CRIADOR e com SUA PALAVRA, substituindo-O por qualquer referência, onde este novo “sagrado” para o ser elabora, pela própria vontade do ser, novos postulados e regras que se esquivam sutilmente da Verdade e da Palavra do CRIADOR, consequentemente a primeira perda é da identidade e especificidade, passando pelo sistema de crença, pela ética, pela moral, então pelas práticas. Paulo usa o termo “adikia” (escrito originalmente em grego), que pode ser traduzido por mudar a versão, ou perversão ou o ato de violar o direito, a lei, a justiça pela vontade do ser, voluntáriamente, mesmo sabendo da Verdade.
Não podemos aceitar qualquer argumento como válido ou igualmente estranho, até mais, é aceitar todos os argumentos como corretos. Esta idéia, anula a Verdade, pois a Verdade em si mesma é absoluta e uma apenas, entre duas possíveis respostas, uma só é a verdadeira para 2+2, se aceitarmos qualquer resposta como correta, talvez tenha alguma leve áura de simpatia, mas por esta aceitação, será anulada a Verdade, a legitimidade, a identidade, a especificidade.
É possível se confundir respeito com aceitação de tudo, e criar uma variante muito perigosa para o ser humano. Um sistema de crença ou algum grupo, como neste caso do movimento homossexual, que procura legitimar sua forma de ser, procurando argumentar utilizando um tipo de psicologia reversa, quando alega falta de respeito, perseguição, fobias da parte de outros, discriminação, enfim, esta fonte de argumentação atua de forma a despertar a compaixão ea simpatia sobre os excluídos sob perseguição, e este argumento embora legítimo em tais desvarios, mas utilizado de forma inadequada pode ser utilizado por alguns e sobre outros com simplicidade de raciocínio, como uma forma de procurar legitimar qualquer movimento, uma vez que estejam sendo desrespeitados, ou perseguidos, etc. O correndo uma sutil mas real e substancial emcobrimento da Verdade, dos significados e este esquecimento “aprendido” ou “domesticado” de forma até sábia, gera uma via de condução inadequada perante a Verdade até mesmo da mentalidade social e o ser caminha ainda mais dentro do labirinto da distorção e embrenhado nesta posição, tende a ver o universo como sendo certo a partir destas posições , reflexões e conclusões a partir de sua própria persepção e vontade.
Qualquer cidadão, tem seus direitos garantidos pela Constituição. Temos de fato que fazer distinção entre o valor do cidadão e suas práticas ainda que estas estejam no âmbito da responsabilidade do ser, mas o valor do ser transcende suas próprias práticas. Desta forma ainda que responsável por seus atos, ele deverá receber todo o direito de respeito e dignidade que um cidadão merece ter por ser pessoa. Mas isto não legitima por sí só as práticas que possam estar sendo levadas a efeito por este cidadão. Neste momento elas estarão sendo analisadas conjuntamente a luz da Verdade, do significado, da especificidade, da argumentação que naturalmente temos em nosso ser, e acima de tudo, os Princípios e Diretrizes que estão implícitas e ate explícitas na ordem natural de tudo que de fato, representam a Ordem do CRIADOR para com todos os elementos e se necessitarmos de amparo Legal, teremos em última instância a possibilidade de examinar a Palavra de Deus.
Quando a família, de origem sublime, por ter sido instituída pelo Criador como o lugar adequado para o ser humano ser fecundado, nascer e viver sua existência, sob o significado da Verdade que a Palavra do Criador nos deixa e mesmo naturalmente percebidos por todos como o lugar bendito que o ser pode ter para estar, vive momentos de pressão onde a perda de valôres fundamentais tem causado inúmeros danos a esta estrutura magna da sociedade.
O Criador dá início a estrutura da sociedade a partir do ser e este vivendo em família e esta constituída e definida pelo Criador de forma explícita, clara e existencial, o significado que ELE dá a família e o ser humano com sua especificidade “homem e mulher”, não como encontrar espaço no padrão original para outras formulações como os que vivem sob a condição de homossexuais, gays ou lésbicas ou qualquer outra forma de postura haja ou venha a haver e estas estiverem a parte do padrão do ser.
Evidente que pela liberdade que o próprio Criador nos outorga, é possível mesmo a revelia de Sua Palavra, o ser humano interferir na Constituição Magna da Vida, que é a Palavra de Deus e criar emendas a esta Constituição da Vida com outros argumentos que possam ser absolutamente contraditórios do que há na Verdade.
O Criador tendo em vista o bem do ser, por nos ter criado com esta liberdade para existir, mas necessitando de aprender a viver, convida o ser a aprender, que se permita pensar e aferir sua existência sob a educação recebida da Verdade, da Palavra do Criador e então se mantenha em conformidade, com sua própria identidade natural e evidente que está em seu ser e sob a condução pela própria Palavra da Verdade forme seu sistema de crença, então sua ética, moral e vida.
Quando nos adequamos naturalmente procurando ser o que de fato somos não necessitamos da força da lei para que nos garanta este existir, mas quando desejamos ser algo que não somos, então isso demandaria um esforço imenso de argumentações, de sofismas, de elaborações bem trabalhadas para que force o sistema legal a formular uma nova lei para que tais reinvindicações paralelas com a Verdade tenha seu reconhecimento por alguma sociedade. Ainda que alguma lei deste nível surja e se interponha a Verdade, ao Legítimo, a especificidade, a identidade, o que de fato não é, não o será pela força de alguma lei, mas passará a ser aceito como sendo a partir de então, criando uma anomalia para com a Verdade, para com o ser, e para com a sociedade que aceita esta forma de pensar a partir da força do desejo pessoal que tomou o viés da transgressão do significado conforme a Verdade.
Toda argumentação da Verdade é sempre em favor da Verdade em favor do ser humano para seu bem e em seu fim último de gratidão ao Criador por nos educar como pessoas para a vida e então como um louvor, vivemos esta educação naturalmente e livremente em amor para com Ele e para com o próximo na observação da Verdade, para que conhecendo a Verdade, esta nos indique sempre o caminho da dignidade, então em momento algum nós como sêres criados “à imagem e semelhança de Deus” (Genesis 1:26), percamos esta qualidade de ser e em nossa especificidade sigamos, homem como homem naturalmente homem, e mulher como mulher e naturalmente mulher e ambos pela força de sua própria naturalidade e especificidade sem necessidade de qualquer formalidade legal para alegar estas condições sigam na vida vivendo o que são, e na busca do saber e da continuidade e da pesquisa, se deparar com qualquer situação de “perversão” é natural a busca da orientação e reorientação em seu ser profundo a partir da ajuda da Palavra do CRIADOR, sendo Este sempre convidativo para com o ser para que receba esta assistência e seja conduzido na existência dentro do propósito para o qual existimos sendo o que somos que evidentemente trazemos em nós e temos em nós.
Se em algum momento a humanidade chegar ao dia, quando não restar mais força da argumentação do natural, a força da argumentação da Verdade, da palavra do próprio ser que em si mesmo traz a marca maior de sua especificidade, e enfim não mais se der ouvidos a Carta Magna da humanidade, que é a Palavra do próprio Criador, então estaremos vivendo dias de grande lamento, e anunciando a entrada na anarquia e no caos.
A Palavra do Criador, nos chama a voltar para ELE, pois sua Palavra tem em si mesma a simplicidade suficiente para que qualquer pessoa perceba a condição de seu estado e a possibilidade de voltar a configuração correta pela direção da Palavra do Criador. Mas também é verdade que o ser humano tem talvez em si mesmo o seu maior obstáculo. Uma ocasião Jesus afirmou: “A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (João 3:19).
Assim, é dentro do ser que vamos travar a maior batalha de todas, se nos deixamos levar pela Palavra do Criador ou nos mantemos no rumo que nossa própria mente criou e nos afirma como correto.
Mas, é igualmente verdade que a Palavra do Criador é um bem tão magnífico, que alcança a todos e dá democráticamente oportunidade a todos sem qualquer discriminação, mas afirma a necessidade de deixar os caminhos equivocados e se voltar para ELE, que é pronto a acolher, a perdoar, a limpar, a transformar o ser e a conduzir na dignidade para a qual ELE mesmo nos criou. É importante que haja um entendimento a partir desta mesma Palavra do Criador, que em momento algum ele terceirizou esta questão para qualquer religião em toda a história. É algo pessoal. É algo entre Ele e eu, Ele e voce, Ele e nós. E é resolvido neste âmbito. É no âmbito mais sagrado que há e não há nada que possa impedir que haja uma reflexão profunda e que surja uma resposta sobre esta questão.
De fato, a resposta é imediata. E cada um já saberá a resposta que estiver dando em relação a orientação que o Criador nos está oferecendo.
Pensemos sobre este caso e nos deixemos aprender mais e mais a respeito de nossa especificidade a luz da orientação que Ele que nos fez, tem suficiente know-how para nos ensinar.
Heber Zenun (Escritor – Pesquisador – Cientista do ser – Professor).
Skype: hbrznn – Email: hbrznn@gmail.com – Msn: heber_zenun@hotmail.com
Os termos e as definições quando examinados profundamente, são necessários para que entendamos e vivamos corretamente ou podem ser tratados maliciosamente e conduzir a equivocos. Precisamos aprender a pensar e a pesar, sendo este o significado de pensar.
Hoje o tema “diversidade” está em evidência no sentido de afirmar a prática homossexual como natural.
Observando o Natural no universo. Perceber as evidências nos argumentos do universo, na consciência quanto ao senso geral da vida, na Palavra do CRIADOR a respeito da existência e da vida em geral é um fator que nos qualifica a viver adequadamente.
O universo é complexo e específico, cada elemento tem sua função, identidade específica, que é evidência da ‘especificidade’.
Observe o sol, a lua, as estrelas, o planeta Terra, os elementos diante de nós, as estruturas químicas, atômicas, etc., tudo é específico, com sua identidade pura e única. A identidade específica é razão de existir e o cumprir sua especificidade, sua glória.
Esta é a Verdade dos elementos, e por isso são dignos de fé e sua continuidade é válida e significativa.
Fazer objeção a evidência, a especificidade a Verdade é necessário um forte argumento com razoável conteúdo para que receba aceitação na avaliação geral.
A questão do homossexualismo. Para sua promoção tem sido utilizado o termo ‘diversidade’ e utilizando a família como argumento, afirmando a família como um centro de ensino não preconceituoso.
Origem da família. Esta tem origem em Deus, a família foi criada, instituída por Deus e recebe o padrão do CRIADOR para que a continuidade seja digna. Na fonte da origem da família, no registro no livro de Gênesis, Deus afirma: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Genesis 1:27). Jesus Cristo, afirmando a autoridade do relato em Genesis, em um dos debates, este sobre a família, eleva o nível do entendimento a respeito da família e remete aquelas pessoas para a fonte em Genesis: “Não tendes lido que o CRIADOR; desde o princípio, os fez homem e mulher” (Mateus 19:4). Esta Palavra de Jesus nos ajuda a entender que o Criador os fez “homem e mulher”, “desde o princípio”. Aqui está o padrão de Deus para a vida humana, é desta forma “desde o princípio”, não temos antepassados símios e somos esclarecidos de que em momento algum, o CRIADOR fez qualquer outro tipo de pessoas, a não ser específicamente ELE os fez “homem e mulher” “desde o princípio”.
Assim a história do ser humano este é orientado a partir da Palavra de Deus, que desde nossa origem, somos “homem e mulher”, e assim a família é composta e educaco pela Palavra de Deus continua e pode atingir seus propósitos últimos na existência.
Qualquer outra forma que altere este padrão original da Verdade do ser, é incorrer em deliberada ação contra a natureza, contra o padrão e contra o CRIADOR.
Argumentar o movimento homossexual a partir da família anula o próprio movimento.
É na família o ambiente por excelência onde o crescimento se dá no mais alto nível que o ser humano possa alcançar, sob os princípios e diretrizes do CRIADOR, como exemplo podem ser vistos resumidamente em Êxodo 20 e Deuteronômio 6, as virtudes vão florescer.
Quanto ao preconceito é importante que se diga que quando em algum estudo, pesquisa ou até mesmo debate, se postula em favor da Verdade, não há preconceito algum em relação ao que não é verdadeiro, ou quanto ao caminho que esteja fora da verdade, apenas se passa a conhecer a Verdade e se passa a aceitá-la ou não. Mas em momento algum a aceitação da Verdade implica em preconceito para com a não verdade. De fato, se conhecendo a Verdade e mesmo assim, com insistência e até irredutibilidade manter-se o curso avesso à Verdade então aí teremos um preconceito, até mesmo uma aversão, um tipo de fanatismo, e neste ponto é possível algum tipo de fobia, para com a Verdade. Mas ressaltar é importante que ao utilizar do argumento da Verdade não se estará sendo preconceituoso ou fóbico seja sobre o que ou quem for que esteja em contradição com a Verdade.
Argumentar com a Verdade só há um objetivo, estar em favor da própria Verdade e não contra algo ou alguém.
É no âmbito familiar onde noções de igualdade, justiça, honestidade, identidade, fraternidade, sociabilidade, amor, respeito, enfim virtudes que estruturam uma vida significativa. Para tal empreendimento necessitamos o tempo todo do uso da Verdade para que se chegue aos fins últimos dignos de uma família e das pessoas que a compõem.
A família forma o indivíduo que de fato surge da comunhão e este almeja o significado, o sentido, a dignidade, a legitimidade, são ítens que apelam para a fé, pois são virtudes invisíveis e só podem ser buscados pela fé e a fé somente se sustenta e constroi o que é digno e justo se estiver construindo sobre a Verdade. Assim o indivíduo estabelece seu sistema de crença, ética, moral, sua vida. A Palavra do CRIADOR é o fundamento para direção de vida e ELE é o Autor que estabeleceu a identidade, a especificidade, a identidade absoluta do ser, homem como homem e mulher como mulher, e ambos nestas atribuições sob a condução da Verdade e construindo suas vidas nos princípios estabelecidos pelo CRIADOR, que em nada ferem o bom senso comum se vistos com a naturalidade que deveria ser analisados e manterão o curso da existência para com seus fins legítimos e saudáveis.
A família postula ser legítima e de fato é, pois teve sua origem na Palavra de Deus e sua condução sobe esta Palavra gera uma vida digna. Eentão se adequa sempre a Verdade, sob a pena de estar na falsidade. É possível que de forma hábil, sejam elaborados conceitos e sofismas para dar um ar razoável para novas práticas que não condigam com a Verdade préviamente estabelecida pelo CRIADOR e pelo bom senso humano, mas estes não terão a originalidade, nem a legitimidade, nem a Verdade e nem o significado e a honra e a dignidade de terem sido originados pelo CRIADOR.
Há casos em que o argumento natural já não exerce força para conduzir ou reconduzir os raciocínios e as vontades então o que se torna aceitável sejam novas definições geradas pelo grupo ou pela cultura, contrariando a Verdade a especificidade natural dos elementos. Esta nova regência é uma situação que leva a sociedade em relação a Verdade, a especificidade e as consequentes novas deformações pessoais e sociais a beira do caos e da anarquia.
Há uma referência em outra Palavra do Criador sobre um processo de perda das referências da Verdade e então como consequência perda também da especificidade de cada elemento. No registro do texto do livro de Romanos 1:18-32, quando Paulo faz um estudo da sociedade de seu tempo e demonstra o processo de perda dos valôres essenciais e fundamentais para o ser e para a vida como uma progressão para uma condição de degeneração do ser através de vários e sutis estágios, iniciando pelo desprezo para com o CRIADOR e com SUA PALAVRA, substituindo-O por qualquer referência, onde este novo “sagrado” para o ser elabora, pela própria vontade do ser, novos postulados e regras que se esquivam sutilmente da Verdade e da Palavra do CRIADOR, consequentemente a primeira perda é da identidade e especificidade, passando pelo sistema de crença, pela ética, pela moral, então pelas práticas. Paulo usa o termo “adikia” (escrito originalmente em grego), que pode ser traduzido por mudar a versão, ou perversão ou o ato de violar o direito, a lei, a justiça pela vontade do ser, voluntáriamente, mesmo sabendo da Verdade.
Não podemos aceitar qualquer argumento como válido ou igualmente estranho, até mais, é aceitar todos os argumentos como corretos. Esta idéia, anula a Verdade, pois a Verdade em si mesma é absoluta e uma apenas, entre duas possíveis respostas, uma só é a verdadeira para 2+2, se aceitarmos qualquer resposta como correta, talvez tenha alguma leve áura de simpatia, mas por esta aceitação, será anulada a Verdade, a legitimidade, a identidade, a especificidade.
É possível se confundir respeito com aceitação de tudo, e criar uma variante muito perigosa para o ser humano. Um sistema de crença ou algum grupo, como neste caso do movimento homossexual, que procura legitimar sua forma de ser, procurando argumentar utilizando um tipo de psicologia reversa, quando alega falta de respeito, perseguição, fobias da parte de outros, discriminação, enfim, esta fonte de argumentação atua de forma a despertar a compaixão ea simpatia sobre os excluídos sob perseguição, e este argumento embora legítimo em tais desvarios, mas utilizado de forma inadequada pode ser utilizado por alguns e sobre outros com simplicidade de raciocínio, como uma forma de procurar legitimar qualquer movimento, uma vez que estejam sendo desrespeitados, ou perseguidos, etc. O correndo uma sutil mas real e substancial emcobrimento da Verdade, dos significados e este esquecimento “aprendido” ou “domesticado” de forma até sábia, gera uma via de condução inadequada perante a Verdade até mesmo da mentalidade social e o ser caminha ainda mais dentro do labirinto da distorção e embrenhado nesta posição, tende a ver o universo como sendo certo a partir destas posições , reflexões e conclusões a partir de sua própria persepção e vontade.
Qualquer cidadão, tem seus direitos garantidos pela Constituição. Temos de fato que fazer distinção entre o valor do cidadão e suas práticas ainda que estas estejam no âmbito da responsabilidade do ser, mas o valor do ser transcende suas próprias práticas. Desta forma ainda que responsável por seus atos, ele deverá receber todo o direito de respeito e dignidade que um cidadão merece ter por ser pessoa. Mas isto não legitima por sí só as práticas que possam estar sendo levadas a efeito por este cidadão. Neste momento elas estarão sendo analisadas conjuntamente a luz da Verdade, do significado, da especificidade, da argumentação que naturalmente temos em nosso ser, e acima de tudo, os Princípios e Diretrizes que estão implícitas e ate explícitas na ordem natural de tudo que de fato, representam a Ordem do CRIADOR para com todos os elementos e se necessitarmos de amparo Legal, teremos em última instância a possibilidade de examinar a Palavra de Deus.
Quando a família, de origem sublime, por ter sido instituída pelo Criador como o lugar adequado para o ser humano ser fecundado, nascer e viver sua existência, sob o significado da Verdade que a Palavra do Criador nos deixa e mesmo naturalmente percebidos por todos como o lugar bendito que o ser pode ter para estar, vive momentos de pressão onde a perda de valôres fundamentais tem causado inúmeros danos a esta estrutura magna da sociedade.
O Criador dá início a estrutura da sociedade a partir do ser e este vivendo em família e esta constituída e definida pelo Criador de forma explícita, clara e existencial, o significado que ELE dá a família e o ser humano com sua especificidade “homem e mulher”, não como encontrar espaço no padrão original para outras formulações como os que vivem sob a condição de homossexuais, gays ou lésbicas ou qualquer outra forma de postura haja ou venha a haver e estas estiverem a parte do padrão do ser.
Evidente que pela liberdade que o próprio Criador nos outorga, é possível mesmo a revelia de Sua Palavra, o ser humano interferir na Constituição Magna da Vida, que é a Palavra de Deus e criar emendas a esta Constituição da Vida com outros argumentos que possam ser absolutamente contraditórios do que há na Verdade.
O Criador tendo em vista o bem do ser, por nos ter criado com esta liberdade para existir, mas necessitando de aprender a viver, convida o ser a aprender, que se permita pensar e aferir sua existência sob a educação recebida da Verdade, da Palavra do Criador e então se mantenha em conformidade, com sua própria identidade natural e evidente que está em seu ser e sob a condução pela própria Palavra da Verdade forme seu sistema de crença, então sua ética, moral e vida.
Quando nos adequamos naturalmente procurando ser o que de fato somos não necessitamos da força da lei para que nos garanta este existir, mas quando desejamos ser algo que não somos, então isso demandaria um esforço imenso de argumentações, de sofismas, de elaborações bem trabalhadas para que force o sistema legal a formular uma nova lei para que tais reinvindicações paralelas com a Verdade tenha seu reconhecimento por alguma sociedade. Ainda que alguma lei deste nível surja e se interponha a Verdade, ao Legítimo, a especificidade, a identidade, o que de fato não é, não o será pela força de alguma lei, mas passará a ser aceito como sendo a partir de então, criando uma anomalia para com a Verdade, para com o ser, e para com a sociedade que aceita esta forma de pensar a partir da força do desejo pessoal que tomou o viés da transgressão do significado conforme a Verdade.
Toda argumentação da Verdade é sempre em favor da Verdade em favor do ser humano para seu bem e em seu fim último de gratidão ao Criador por nos educar como pessoas para a vida e então como um louvor, vivemos esta educação naturalmente e livremente em amor para com Ele e para com o próximo na observação da Verdade, para que conhecendo a Verdade, esta nos indique sempre o caminho da dignidade, então em momento algum nós como sêres criados “à imagem e semelhança de Deus” (Genesis 1:26), percamos esta qualidade de ser e em nossa especificidade sigamos, homem como homem naturalmente homem, e mulher como mulher e naturalmente mulher e ambos pela força de sua própria naturalidade e especificidade sem necessidade de qualquer formalidade legal para alegar estas condições sigam na vida vivendo o que são, e na busca do saber e da continuidade e da pesquisa, se deparar com qualquer situação de “perversão” é natural a busca da orientação e reorientação em seu ser profundo a partir da ajuda da Palavra do CRIADOR, sendo Este sempre convidativo para com o ser para que receba esta assistência e seja conduzido na existência dentro do propósito para o qual existimos sendo o que somos que evidentemente trazemos em nós e temos em nós.
Se em algum momento a humanidade chegar ao dia, quando não restar mais força da argumentação do natural, a força da argumentação da Verdade, da palavra do próprio ser que em si mesmo traz a marca maior de sua especificidade, e enfim não mais se der ouvidos a Carta Magna da humanidade, que é a Palavra do próprio Criador, então estaremos vivendo dias de grande lamento, e anunciando a entrada na anarquia e no caos.
A Palavra do Criador, nos chama a voltar para ELE, pois sua Palavra tem em si mesma a simplicidade suficiente para que qualquer pessoa perceba a condição de seu estado e a possibilidade de voltar a configuração correta pela direção da Palavra do Criador. Mas também é verdade que o ser humano tem talvez em si mesmo o seu maior obstáculo. Uma ocasião Jesus afirmou: “A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (João 3:19).
Assim, é dentro do ser que vamos travar a maior batalha de todas, se nos deixamos levar pela Palavra do Criador ou nos mantemos no rumo que nossa própria mente criou e nos afirma como correto.
Mas, é igualmente verdade que a Palavra do Criador é um bem tão magnífico, que alcança a todos e dá democráticamente oportunidade a todos sem qualquer discriminação, mas afirma a necessidade de deixar os caminhos equivocados e se voltar para ELE, que é pronto a acolher, a perdoar, a limpar, a transformar o ser e a conduzir na dignidade para a qual ELE mesmo nos criou. É importante que haja um entendimento a partir desta mesma Palavra do Criador, que em momento algum ele terceirizou esta questão para qualquer religião em toda a história. É algo pessoal. É algo entre Ele e eu, Ele e voce, Ele e nós. E é resolvido neste âmbito. É no âmbito mais sagrado que há e não há nada que possa impedir que haja uma reflexão profunda e que surja uma resposta sobre esta questão.
De fato, a resposta é imediata. E cada um já saberá a resposta que estiver dando em relação a orientação que o Criador nos está oferecendo.
Pensemos sobre este caso e nos deixemos aprender mais e mais a respeito de nossa especificidade a luz da orientação que Ele que nos fez, tem suficiente know-how para nos ensinar.
Heber Zenun (Escritor – Pesquisador – Cientista do ser – Professor).
Skype: hbrznn – Email: hbrznn@gmail.com – Msn: heber_zenun@hotmail.com
sábado, 29 de agosto de 2009
"Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher" (Jesus Cristo)
Jewish Psychiatrist, Influenced by C.S. Lewis,
Says Gays Can Change
An Interview with Dr. Jeffrey Satinover
By David W. Virtue in London
www.virtueonline.org
4/30/2009
Jeffrey Burke Satinover, M.D. is a Diplomate, American Board of Psychiatry. He is also Diplomate, American Board of Neurology and Diplomate C.G. Jung Institute of Zurich. To cap off his distinguished career, he has earned a Ph.D. in Physics and is the author of "Homosexuality and the Politics of Truth". He teaches math and statistics at Kings College, a Christian institution in New York and has a private clinical practice. He also has a research position in Zurich, Switzerland.
I sat down with this distinguished psychiatrist, physicist and author at the Sex and the City Conference in London, a conference put on by Anglican Mainstream (www.anglican-mainstream.net) designed to show that reparative therapy for homosexuals and lesbians, if voluntarily entered into without coercion, does work. I saw it first hand and will attest to that fact.
Satinover is a gracious man, humble, erudite, non-partisan, a skeptic about faith, but acknowledges that his view of human nature grew directly from his reading the works of Anglican layman, scholar and author, Clive Staples Lewis.
"I have been a fan of CS Lewis for many years. I am Jewish but I could see his approach to spirituality to be very sophisticated psychologically and I have often thought to myself that it would be great to actually take his work and translate it into a clinical approach." Then he discovered that author and teacher Leanne Payne had already done a lot of that work. She is an Evangelical Anglican.
Then I asked, since he feels that Lewis understood human nature, why he is not a Christian. He smiled winsomely. "My worldview is confused and eclectic. Yes, I am Jewish, but my worldview is not coherent." A short distance from us sits Rabbi Arthur Goldberg, an orthodox Jew whose JONAH clinic in New Jersey treats homosexuals with same-sex attractions. He employs Evangelical, Mormon and Jehovah's Witness therapists at his clinic. He wisely nods his head as if to say he understands Satinover's dilemma.
"I am not attracted to creeds, but I am not the slightest bit repulsed by those who do. I am very comfortable in a setting with orthodox Jews, Catholics and Evangelical Christians. You and they are men and women of profound conviction and I feel completely at home with you."
When I asked what his central message is with regard to homosexuality, having written a book on the subject, he said that he believes homosexuality is potentially changeable, maybe not for everybody, but for people who are highly motivated.
VOL: How did you get involved in the issue of homosexuality?
Satinover: I had been reading Leanne Payne's "The Healing Presence". The book describes a sophisticated system of depth psychology from a religious context, where psychological insights are united with healing prayer. After striking up a correspondence with Leanne, she invited me to a conference where I met a large number of people who had left the lifestyle and changed their sexuality. There I met hundreds of people struggling with that issue, and many who had successfully emerged on the other side and were married with children. As I got to know them, I found them to be quite remarkable. The struggle to be healed had left an indelible imprint. I saw a humility, an empathy and a fearlessness about life. They knew exactly what it meant to stand up for what they believed in, since the struggle to become who they truly were had exacted such a cost in suffering.
"Since then I have met plenty of people who have moved away from same sex attractions. Not of all of it has been good. Some of it has been coercive. That is the bad side and some of the churches have gotten into this. They will never succeed. One has to be highly motivated and not overtaken by external pressure and shame. There must be a core conviction to lead your life differently." Shame and guilt are not good motivators, he says.
What got him looking into the subject of homosexuality, he says, was his search for truth, which resulted in his book, "Homosexuality and the Politics of Truth". What I saw changed my mind and my time and conventional repulsion for the subject.
In his book he wrote, "In sum, it is a simple and sobering fact that no society that has sanctioned unconstrained sexuality has long survived."
His book explodes three myths: First, as a matter of biology, homosexuality is an innate genetically determined aspect of the human body. Secondly, as a matter of psychology, homosexuality is irreversible. Thirdly, as a matter of sociology, homosexuality is normal. His book also explores the tactics of intimidation by gay activists.
Currently, Satinover said a recent article in a psychiatric publication informed us that 30% of all 20-year-old homosexual men would be HIV- positive or dead by the age of thirty. You would think that the objective, ethical medical approach would be: let's use anything that works to try to take these people out of their posture of risk. If it means getting them to wear condoms, fine. If it means getting them to give up anal intercourse, fine. If it means getting them to give up homosexuality, fine. That last intervention is the one intervention that is absolutely taboo.
In America, truth has become subject to terrible political pressure. The question isn't just homosexuality, but rather, freedom from all sexual constraint. This has been an issue for civilization for thousands of years.
"I think many people have a sense, especially in America, that too many barriers have come down. We now have so little of a moral compass that we're really completely at sea. We're awash in the tide of unconstrained instinctive behaviors which are all being labeled '"okay'" because nobody really has a sense, any more, as to what's right and what's wrong. In Joseph Campbell's words, 'Follow your bliss.' This has led us into a growing barbarism.
"Now we are now looking at a generation of young people who are exposed to a sometimes explicit, and sometimes implicit set of values that says that homosexuality is perfectly okay--it's just a complement to heterosexuality.
"I also believe that the debate over homosexuality has been profoundly affected by the current culture of complaint. Many, many areas of political life, social life and scientific life today are being profoundly influenced by the various competing claims and cross-claims to victim hood."
VOL: You have a private practice; can you tell us something of the dynamics of what goes on in your practice?
Satinover: I am a practicing psychiatrist and I have a Ph. D. in physics. With all my travels, my practice is small. I keep an interest in societal cultural changes taking place. I also go to VOL'S website to find out what is going on in your church and the Culture Wars.
VOL: I am honored that you do, Dr. Satinover. Tell me about the process whereby people come to you seeking help for same sex attractions.
Satinover: Typically, I get a call from a devastated family. They have heard from one of their kids that they are gay. Usually, what the parents want is a magic bullet, along the lines what can you do make sure that our son isn't gay or make sure he changes. I explain there is nothing they can do to make their child change. Be loving, the child knows and understands that. If the son is living with them, I invite them all in to talk with me. The goal is to understand what is happening and to keep their relationships intact. In some cases, the dynamic is that the parents have half dragged the kid, forcing and coercing him to see me. This, more often than not, mirrors a long- standing pattern of bad family dynamics. In these cases, I will be their child's ally. Occasionally, a child will see that the pathology resides in the parent. Sometimes, the father admits he is the problem.
VOL: Can this be overdone?
Satinover: Yes, it can be overdone. Remorse and feelings can be exaggerated along with feelings of responsibility. Saying you have been wrong can often relieve one of the responsibility of going forward into the future. The No. 1 task for a parent is not necessarily to come up with who is to blame.
VOL: Does one choose to be gay?
Satinover: To say that no one chooses to be gay is true. They find themselves with it. Homosexuality, however, is not genetically traceable. No one is compelling one to be gay. It is false to say that they have chosen this.
VOL: So is change really possible?
Satinover: Yes, change is possible. In almost any human condition people do have the choice to make the attempt to do something about it. If you have an addiction, you have a series of choices that led them to it. No one says I want to be a heroin addict, but once they find themselves in the situation, they need help. They can make a distinction in wanting to change and they may or may not succeed.
VOL: What about Christian conversion. Do you rule that out?
Satinover: I have a confused spiritual point of view myself. I have worked out my own way of understanding these things. Some people pray and it makes great sense.
VOL: So, you are not opposed to the idea that faith can make a difference?.
Satinover: Not at all. Look at all the great Western art inspired by people of faith. Western Art has been enormously worshipful of its creator. People who write off faith forget about Chagall's Windows and the great art that has flowed from the Christian Faith. Yet I am confused about faith. I am a skeptic. In fact I am skeptical of my own skepticism. I am not involved in any religious practice, but I am very aware of people of religious faith like yourself. I like hanging around people like you. (laughter)
I view addictive behaviors through a simple lens that I view almost all human behavioral patterns that cause stress through. If people are hostile to biblical language and what they think of sin, then for them it is an arbitrary authority dictum. The ancients used worship to point to behaviors that are pleasurable. There is always the power to become dominant.
VOL: What about the cure rate for homosexuals?
Satinover: I know no meaningful numbers. My population sample is totally biased. People who choose to work with me frequently abandon their same-sex attractions. I have seen a substantial number of people and experienced a high degree of success and I am happy about that. I have also seen some degree of failure.
VOL: What does success look like?
Satinover: It is a slow process. The greatest likelihood of success is having a relationship with me as their therapist and sticking with it. It may take a few years. There are a wide range of outcomes from no significant change to complete change.
VOL: Do you work with any organizations?
Satinover: I have worked with the Roman Catholic organization COURAGE, an apostolate of the church whose purpose is to minister to those with same-sex attractions and their loved ones. If a certain group of people are called to celibacy, it must be a calling. If it is not a calling, it is only an option. I get calls from people with large families who had started straight out and those who never got married or who have a mistaken fantasy that marriage will cure them. We will not deal with people at a superficial level with a brief amount of therapy. If homosexuality is not dealt with in a deep and thorough way, it sets the marriage up for disaster.
VOL: You wrote an article called the "Trojan Couch" in which you set out to show how the Mental Health Associations Misrepresent Science. Can you tell us about this?
Satinover: The "Trojan Couch" details explicitly the misrepresentation of science about the causes and roots of homosexuality. Some of my psychiatric and psychological colleagues have woven for themselves their own set of illusory robes of authority, and for the past 35 years have been proclaiming doctrines in the public square that depend upon the authority that derives from the public's belief that these robes exist. In particular, they have claimed to the Supreme Court decisions pertaining to same-sex marriage have taken it for granted. The diagnostic change that in 1973 removed homosexuality as a formal disorder from the American Psychiatric Association's Diagnostic and statistical Manual of Mental Disorders (DSM), a change that many now accept as simply indisputable in spite of the fact that it was based wholly on fiction. You can read the full article here: http://www.narth.com/docs/TheTrojanCouchSatinover.pdf
VOL: Do we need a spiritual or moral framework for our behaviors?
Satinover: Yes, we do. You can't get around those arguments unless you're actually willing to say that promiscuity is an inferior way of life. You need to be able to say that some certain standard is better. If we can't settle on a shared higher vision, then it's amazing what we must be prepared to accept. For example, there is actually a growing body of literature in sexological journals arguing that the psychological and emotional benefits of promiscuity more than outweigh the risks to life from AIDS. So that is the fundamental flaw of psychology--it is meaningless without the backdrop of a framework of values. There I believe homosexuality--like narcissism--is best viewed as a spiritual and moral illness. Now psychology as a discipline must step up to the table and accept responsibility for the extent to which it has been propagating an amoral ethos. Dostoevsky put it best in The Grand Inquisitor: "Without God, everything is permissible."
VOL: Thank you, Dr. Satinover.
http://www.narth.com/docs/satinover09.html
Says Gays Can Change
An Interview with Dr. Jeffrey Satinover
By David W. Virtue in London
www.virtueonline.org
4/30/2009
Jeffrey Burke Satinover, M.D. is a Diplomate, American Board of Psychiatry. He is also Diplomate, American Board of Neurology and Diplomate C.G. Jung Institute of Zurich. To cap off his distinguished career, he has earned a Ph.D. in Physics and is the author of "Homosexuality and the Politics of Truth". He teaches math and statistics at Kings College, a Christian institution in New York and has a private clinical practice. He also has a research position in Zurich, Switzerland.
I sat down with this distinguished psychiatrist, physicist and author at the Sex and the City Conference in London, a conference put on by Anglican Mainstream (www.anglican-mainstream.net) designed to show that reparative therapy for homosexuals and lesbians, if voluntarily entered into without coercion, does work. I saw it first hand and will attest to that fact.
Satinover is a gracious man, humble, erudite, non-partisan, a skeptic about faith, but acknowledges that his view of human nature grew directly from his reading the works of Anglican layman, scholar and author, Clive Staples Lewis.
"I have been a fan of CS Lewis for many years. I am Jewish but I could see his approach to spirituality to be very sophisticated psychologically and I have often thought to myself that it would be great to actually take his work and translate it into a clinical approach." Then he discovered that author and teacher Leanne Payne had already done a lot of that work. She is an Evangelical Anglican.
Then I asked, since he feels that Lewis understood human nature, why he is not a Christian. He smiled winsomely. "My worldview is confused and eclectic. Yes, I am Jewish, but my worldview is not coherent." A short distance from us sits Rabbi Arthur Goldberg, an orthodox Jew whose JONAH clinic in New Jersey treats homosexuals with same-sex attractions. He employs Evangelical, Mormon and Jehovah's Witness therapists at his clinic. He wisely nods his head as if to say he understands Satinover's dilemma.
"I am not attracted to creeds, but I am not the slightest bit repulsed by those who do. I am very comfortable in a setting with orthodox Jews, Catholics and Evangelical Christians. You and they are men and women of profound conviction and I feel completely at home with you."
When I asked what his central message is with regard to homosexuality, having written a book on the subject, he said that he believes homosexuality is potentially changeable, maybe not for everybody, but for people who are highly motivated.
VOL: How did you get involved in the issue of homosexuality?
Satinover: I had been reading Leanne Payne's "The Healing Presence". The book describes a sophisticated system of depth psychology from a religious context, where psychological insights are united with healing prayer. After striking up a correspondence with Leanne, she invited me to a conference where I met a large number of people who had left the lifestyle and changed their sexuality. There I met hundreds of people struggling with that issue, and many who had successfully emerged on the other side and were married with children. As I got to know them, I found them to be quite remarkable. The struggle to be healed had left an indelible imprint. I saw a humility, an empathy and a fearlessness about life. They knew exactly what it meant to stand up for what they believed in, since the struggle to become who they truly were had exacted such a cost in suffering.
"Since then I have met plenty of people who have moved away from same sex attractions. Not of all of it has been good. Some of it has been coercive. That is the bad side and some of the churches have gotten into this. They will never succeed. One has to be highly motivated and not overtaken by external pressure and shame. There must be a core conviction to lead your life differently." Shame and guilt are not good motivators, he says.
What got him looking into the subject of homosexuality, he says, was his search for truth, which resulted in his book, "Homosexuality and the Politics of Truth". What I saw changed my mind and my time and conventional repulsion for the subject.
In his book he wrote, "In sum, it is a simple and sobering fact that no society that has sanctioned unconstrained sexuality has long survived."
His book explodes three myths: First, as a matter of biology, homosexuality is an innate genetically determined aspect of the human body. Secondly, as a matter of psychology, homosexuality is irreversible. Thirdly, as a matter of sociology, homosexuality is normal. His book also explores the tactics of intimidation by gay activists.
Currently, Satinover said a recent article in a psychiatric publication informed us that 30% of all 20-year-old homosexual men would be HIV- positive or dead by the age of thirty. You would think that the objective, ethical medical approach would be: let's use anything that works to try to take these people out of their posture of risk. If it means getting them to wear condoms, fine. If it means getting them to give up anal intercourse, fine. If it means getting them to give up homosexuality, fine. That last intervention is the one intervention that is absolutely taboo.
In America, truth has become subject to terrible political pressure. The question isn't just homosexuality, but rather, freedom from all sexual constraint. This has been an issue for civilization for thousands of years.
"I think many people have a sense, especially in America, that too many barriers have come down. We now have so little of a moral compass that we're really completely at sea. We're awash in the tide of unconstrained instinctive behaviors which are all being labeled '"okay'" because nobody really has a sense, any more, as to what's right and what's wrong. In Joseph Campbell's words, 'Follow your bliss.' This has led us into a growing barbarism.
"Now we are now looking at a generation of young people who are exposed to a sometimes explicit, and sometimes implicit set of values that says that homosexuality is perfectly okay--it's just a complement to heterosexuality.
"I also believe that the debate over homosexuality has been profoundly affected by the current culture of complaint. Many, many areas of political life, social life and scientific life today are being profoundly influenced by the various competing claims and cross-claims to victim hood."
VOL: You have a private practice; can you tell us something of the dynamics of what goes on in your practice?
Satinover: I am a practicing psychiatrist and I have a Ph. D. in physics. With all my travels, my practice is small. I keep an interest in societal cultural changes taking place. I also go to VOL'S website to find out what is going on in your church and the Culture Wars.
VOL: I am honored that you do, Dr. Satinover. Tell me about the process whereby people come to you seeking help for same sex attractions.
Satinover: Typically, I get a call from a devastated family. They have heard from one of their kids that they are gay. Usually, what the parents want is a magic bullet, along the lines what can you do make sure that our son isn't gay or make sure he changes. I explain there is nothing they can do to make their child change. Be loving, the child knows and understands that. If the son is living with them, I invite them all in to talk with me. The goal is to understand what is happening and to keep their relationships intact. In some cases, the dynamic is that the parents have half dragged the kid, forcing and coercing him to see me. This, more often than not, mirrors a long- standing pattern of bad family dynamics. In these cases, I will be their child's ally. Occasionally, a child will see that the pathology resides in the parent. Sometimes, the father admits he is the problem.
VOL: Can this be overdone?
Satinover: Yes, it can be overdone. Remorse and feelings can be exaggerated along with feelings of responsibility. Saying you have been wrong can often relieve one of the responsibility of going forward into the future. The No. 1 task for a parent is not necessarily to come up with who is to blame.
VOL: Does one choose to be gay?
Satinover: To say that no one chooses to be gay is true. They find themselves with it. Homosexuality, however, is not genetically traceable. No one is compelling one to be gay. It is false to say that they have chosen this.
VOL: So is change really possible?
Satinover: Yes, change is possible. In almost any human condition people do have the choice to make the attempt to do something about it. If you have an addiction, you have a series of choices that led them to it. No one says I want to be a heroin addict, but once they find themselves in the situation, they need help. They can make a distinction in wanting to change and they may or may not succeed.
VOL: What about Christian conversion. Do you rule that out?
Satinover: I have a confused spiritual point of view myself. I have worked out my own way of understanding these things. Some people pray and it makes great sense.
VOL: So, you are not opposed to the idea that faith can make a difference?.
Satinover: Not at all. Look at all the great Western art inspired by people of faith. Western Art has been enormously worshipful of its creator. People who write off faith forget about Chagall's Windows and the great art that has flowed from the Christian Faith. Yet I am confused about faith. I am a skeptic. In fact I am skeptical of my own skepticism. I am not involved in any religious practice, but I am very aware of people of religious faith like yourself. I like hanging around people like you. (laughter)
I view addictive behaviors through a simple lens that I view almost all human behavioral patterns that cause stress through. If people are hostile to biblical language and what they think of sin, then for them it is an arbitrary authority dictum. The ancients used worship to point to behaviors that are pleasurable. There is always the power to become dominant.
VOL: What about the cure rate for homosexuals?
Satinover: I know no meaningful numbers. My population sample is totally biased. People who choose to work with me frequently abandon their same-sex attractions. I have seen a substantial number of people and experienced a high degree of success and I am happy about that. I have also seen some degree of failure.
VOL: What does success look like?
Satinover: It is a slow process. The greatest likelihood of success is having a relationship with me as their therapist and sticking with it. It may take a few years. There are a wide range of outcomes from no significant change to complete change.
VOL: Do you work with any organizations?
Satinover: I have worked with the Roman Catholic organization COURAGE, an apostolate of the church whose purpose is to minister to those with same-sex attractions and their loved ones. If a certain group of people are called to celibacy, it must be a calling. If it is not a calling, it is only an option. I get calls from people with large families who had started straight out and those who never got married or who have a mistaken fantasy that marriage will cure them. We will not deal with people at a superficial level with a brief amount of therapy. If homosexuality is not dealt with in a deep and thorough way, it sets the marriage up for disaster.
VOL: You wrote an article called the "Trojan Couch" in which you set out to show how the Mental Health Associations Misrepresent Science. Can you tell us about this?
Satinover: The "Trojan Couch" details explicitly the misrepresentation of science about the causes and roots of homosexuality. Some of my psychiatric and psychological colleagues have woven for themselves their own set of illusory robes of authority, and for the past 35 years have been proclaiming doctrines in the public square that depend upon the authority that derives from the public's belief that these robes exist. In particular, they have claimed to the Supreme Court decisions pertaining to same-sex marriage have taken it for granted. The diagnostic change that in 1973 removed homosexuality as a formal disorder from the American Psychiatric Association's Diagnostic and statistical Manual of Mental Disorders (DSM), a change that many now accept as simply indisputable in spite of the fact that it was based wholly on fiction. You can read the full article here: http://www.narth.com/docs/TheTrojanCouchSatinover.pdf
VOL: Do we need a spiritual or moral framework for our behaviors?
Satinover: Yes, we do. You can't get around those arguments unless you're actually willing to say that promiscuity is an inferior way of life. You need to be able to say that some certain standard is better. If we can't settle on a shared higher vision, then it's amazing what we must be prepared to accept. For example, there is actually a growing body of literature in sexological journals arguing that the psychological and emotional benefits of promiscuity more than outweigh the risks to life from AIDS. So that is the fundamental flaw of psychology--it is meaningless without the backdrop of a framework of values. There I believe homosexuality--like narcissism--is best viewed as a spiritual and moral illness. Now psychology as a discipline must step up to the table and accept responsibility for the extent to which it has been propagating an amoral ethos. Dostoevsky put it best in The Grand Inquisitor: "Without God, everything is permissible."
VOL: Thank you, Dr. Satinover.
http://www.narth.com/docs/satinover09.html
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Pensando...
Dr. Norman Geisler traz um interessante argumento a respeito da posição teísta, como ele coloca em dez passos a seguir:
1. Algumas coisas inegávelmente existem.
2. A minha existência é possível.
3. Qualquer coisa que tenha a possibilidade de não existir é corretamente levada a existir por outra.
4. Não pode haver um retrocesso infinito das correntes causais da existência.
5. Logo, uma primeira causa não causada da minha corrente existência existe.
6. Esta causa não causada tem de ser infinita, imutável, todo-poderosa, onisciente e absolutamente perfeita.
7. Este ser infinitamente perfeito é apropriadamente chamado "Deus".
8. Logo, Deus existe.
9. Este Deus que existe é idêntico ao Deus descrito nas Escrituras cristãs.
10. Logo, o Deus descrito na Bíblia existe.
Algumas pessoas tem anunciado algo como o Big Bang, uma existência sem causa, uma origem do nada, de tal maneira que não poderia haver um outro Big Bang e esta idéia é primáriamente atraente ainda mais porque esta idéia deste Big Bang assume o tradicional papel de Deus e recebe uma auréola e parece eliminar as perguntas normais que costuma-se fazer de todo evento físico. Estamos a beira do misticismo científico. Neste ponto é importante salientar que então falar em um ser eternamente auto-subsistente não é mais tão improvável do que um evento com auto-subsistencia emergindo de causa alguma.
É possível considerar ainda que admitir um universo assim quase personalizado, pede uma realidade mais que apenas física ou natural, mas algo com um caráter e completamente diferente daquilo ou de quem todo o universo físico deriva. Assim, a coisa em si mesma não tem competência para criar algo e se a coisa em si mesmo não tem como criar outra coisa a idéia permite e até exige que admitamos que uma realidade não física seja a causa primeira de tudo. Uma causa inteligente passa a ter uma inteligente sustentação e é plausível que a chamemos de DEUS.
1. Algumas coisas inegávelmente existem.
2. A minha existência é possível.
3. Qualquer coisa que tenha a possibilidade de não existir é corretamente levada a existir por outra.
4. Não pode haver um retrocesso infinito das correntes causais da existência.
5. Logo, uma primeira causa não causada da minha corrente existência existe.
6. Esta causa não causada tem de ser infinita, imutável, todo-poderosa, onisciente e absolutamente perfeita.
7. Este ser infinitamente perfeito é apropriadamente chamado "Deus".
8. Logo, Deus existe.
9. Este Deus que existe é idêntico ao Deus descrito nas Escrituras cristãs.
10. Logo, o Deus descrito na Bíblia existe.
Algumas pessoas tem anunciado algo como o Big Bang, uma existência sem causa, uma origem do nada, de tal maneira que não poderia haver um outro Big Bang e esta idéia é primáriamente atraente ainda mais porque esta idéia deste Big Bang assume o tradicional papel de Deus e recebe uma auréola e parece eliminar as perguntas normais que costuma-se fazer de todo evento físico. Estamos a beira do misticismo científico. Neste ponto é importante salientar que então falar em um ser eternamente auto-subsistente não é mais tão improvável do que um evento com auto-subsistencia emergindo de causa alguma.
É possível considerar ainda que admitir um universo assim quase personalizado, pede uma realidade mais que apenas física ou natural, mas algo com um caráter e completamente diferente daquilo ou de quem todo o universo físico deriva. Assim, a coisa em si mesma não tem competência para criar algo e se a coisa em si mesmo não tem como criar outra coisa a idéia permite e até exige que admitamos que uma realidade não física seja a causa primeira de tudo. Uma causa inteligente passa a ter uma inteligente sustentação e é plausível que a chamemos de DEUS.
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