EKKLESIA XXXVI
Povo de DEUS...
A itinerância ou a nomadização de um povo que anda sem
pertencer a terra nenhuma e sem ter terra nenhuma...
Um povo não sedentário, um povo em constante deslocamento
cuja característica em seu movimento e posses não os liga a lugar algum...
Sua ligação no entanto é definida pelo AUTOR de sua
existência...
O ETERNO DEUS que se chama pela identificação não de lugar,
mas das pessoas as quais chamou:
“Eu sou o DEUS de teu pai, o DEUS de Abraão, o DEUS de
Isaque e o DEUS de Jacó...” (Êxodo 3:6)...
Era a formulação da APRESENTAÇÃO que o ETERNO fazia a SI
MESMO diante dos que chamava...
A jornada deste povo era marcada pela mobilidade, a
agilidade...
Suas posses permitiam seu deslocamento rápido, pois possuíam
apenas o necessário e seus pequenos animais não lhes eram posses impeditivas na
jornada que o ETERNO lhes impunha como povo peculiar e particular...
Povo de DEUS que socorre a terra por sua presença sob a
PALAVRA de DEUS ao passar sobre ela e viver nela o tempo suficiente, algumas
vezes mais demoradamente, outras vezes rapidamente...
Neste caso as condições climáticas atuam como moderadores
destas jornadas onde seguem sempre em busca dos lugares para sua estada,
conduzem-se e param, plantam, colhem e seguem, cuidam de suas posses e se
mostram ao mundo sob a direção de DEUS...
Esta relação entre o ETERNO e este SEU povo, opera em tangências
entre a constância do que há no céu e do que há na terra, entre o que o ETERNO
quer de SEU povo e o que o povo vê diante de si na terra...
A relação se dá de uma forma intensamente íntima e densa,
onde o ETERNO não tem nome, não há um nome próprio ligado ao ETERNO, é
claramente e evidentemente PESSOAL, mas assustadoramente SEM NOME...
Lá no SINAI, no monte, do meio da sarça santificada, o
ETERNO fala a Moisés:
“Disse mais: EU SOU o DEUS de teu pai, o DEUS de Abraão, o
DEUS de Isaque e o DEUS de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar
para DEUS.” (Êxodo 3:6)...
O ETERNO é TREMENDO, TERRÍVEL ao ser contemplado, mas esplendidamente
pessoal e sua relação se dá apenas e tão somente desta forma e nesta forma...
Em SUAS apresentações, o ETERNO se dá a conhecer
PESSOALIZADO e no contato com o ser humano chamado, escolhido por ELE, oferta
SEU TEMOR e se torna o “TEMOR DE ISAQUE” nas cujas palavras de seu filho Jacó,
é descrito assim sobre o temor de seu pai para com o ETERNO:
“Se não fora o DEUS de meu pai, o DEUS de Abraão e o TEMOR
DE Isaque...” (Gênesis 31:42)...
O ETERNO se envolve no meio de SEU povo chamado e SUA
PALAVRA se torna a condução e a condição de sua jornada, sendo as PROMESSAS DO
ETERNO a base de sua vida, e nesta relação seguem...
Tais características no CAMINHO, se tornam evidências da
PATERNIDADE do ETERNO, uma forma e realidade FAMILIAR de um DEUS-PAI que cuida,
que como a palavra “PAI” expõe esta
relação de “andar com”, de “estar com”, de “viver com”, de “edificar com”, de “orientar”,
de “falar”, de “tocar”, há evidentemente uma RELAÇÃO PATERNAL E FAMILIAR em
andamento, no andamento...
O DEUS dos pais é UM PAI, as promessas aos pais, é a PALAVRA
DE UM PAI que é o ETERNO e o ÚNICO DEUS que “anda com”, que “vive com”...
Todo o tecer do ETERNO nas vidas dos que chama e anda com,
apresenta a distinção ETERNA e PESSOAL da PESSOA envolvida no MOVIMENTO, o DEUS
que vai junto, que conduz conforme SUA PALAVRA por SER PATERNAL e condutor
dentro de uma HISTÓRIA concebida por ELE...
A distinção entre a estática do conceito das demais nações
das divindades particulares e estagnadas e conforme suas gerências
particulares, de suas mentalidades, vontades, desejos, formulações e
imaginações, nada há em comum com o povo de DEUS e muito menos com o DEUS
daquele povo que ELE chamou, cujo povo é apenas a visão que toca a terra na
visão dos demais povos e a estes apenas vê e julga, ou se simpatiza ou odeia a
estes, mas nada possuem em comum ou em comunhão...
O ETERNO e ÚNICO DEUS e SEM NOME assume o NOME dos que chama
e os conduz como filhos aos lugares que estão na descrição de SUA SOBERANA
VONTADE, conforme SEU DESÍGNIO ETERNO para o qual PROPÓSITO seguimos como
filhos onde ELE continua a ser chamado pelo NOME dos que CHAMA...
Assim o ETERNO assume um tipo de “sobrenome” dos cujos
filhos ELE mesmo gerou em SUA PALAVRA, em SEU CHAMADO e os SEUS chamados
assumem O NOME do QUAL e ÚNICO DEUS ELE É, o NOME que é ACIMA DE TODO NOME e ao
QUAL NOME todo joelho se dobrará e desde agora nos dobramos em submissão, amor,
obediência e temor...
Conhecido então pelo nome dos que chamou a primeira vez e
com eles iniciou esta jornada, como que identificando neles a todos os que
estaria continuando a chamar, então os filhos de Abraão na REALIDADE REAL da
HISTÓRIA do ETERNO seriam os mesmos que seriam DELE por meio DELE e para ELE
sendo na mesma qualidade do que houve em Abraão haveria igualmente nos demais
chamados:
“Produzí, pois, frutos dignos de arrependimento e não
comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo
que destas pedras DEUS pode suscitar filhos a Abraão.” (Lucas 3:8)...
Do ponto de vista do ETERNO, ELE mesmo que faz gerar filhos
conforme a forma feita em Abraão e Abraão mesmo em si mesmo não tem este
poder...
Do ponto de vista do ETERNO, não há como o ser humano “entre
vós mesmos” sequer mencionar tal condição sem estar em fatal equívoco...
A formação de uma geração humana, uma teocracia, uma
instituição, uma religião, uma ritualização, um sistema religioso montado sobre
as maiores riquezas humanas e a mais intensa obra humana ou a maior organização
possível entre os homens, uma denominação, um judaísmo, um cristianismo, um
catolicismo, um evangelicalismo, serão a lenha a ser atirada ao fogo eterno:
“E também já está posto o machado à raiz das árvores; toda
árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.” (Lucas
3:9)...
A habilidade humana em definir “bom fruto” é notável, mas
não altera a REALIDADE REAL da ESSÊNCIA do JULGAMENTO de CRISTO, não é o “bom
fruto” conforme a realidade humana, mas é o fruto decorrente das “boas obras,
as quais DEUS de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Efésios 2:10)...
A capacidade humana de se enganar a si mesmo e de driblar a
PALAVRA DE DEUS é tremendamente horripilante dado o JULGAMENTO sob o qual se
coloca estes tipos de cristianizados, pois tanto enganam a si mesmos, como
conduzem multidões ao erro e a estarem sob o mesmo JULGAMENTO:
“Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em
seus pecados e para não participardes dos seus flagelos.” (Apocalipse 18:4)...
O chamado do ETERNO impõe uma direção a este mesmo chamado,
um anúncio de uma construção, uma edificação entre eles, família de DEUS, povo
de DEUS, procedimentos e movimentos de maturidade em ação com unidade de
propósitos nos alcances alinhados pelo ETERNO entre ELE e SEU povo e família:
“Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua
parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei
uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção!
Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti
serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12:1-3)...
A jornada vai aproximar o povo chamado por DEUS, o povo
formado por DEUS, DELE mesmo, por meio DELE e para ELE para que esteja
conectado NELE e em condições de exercer nesta maturação e maturidade no
discernimento que este movimento trará, a SUPREMA E SOBERANA E PERFEITA VONTADE
de DEUS seja feita neles e no propósito SANTÍSSIMO que DELE o ETERNO decorre
para que seja feita no mundo no meio de todas as famílias da terra, o campo das
missões do ETERNO, que as famílias da terra sejam tocadas pela BENÇÃO DO
ALTÍSSIMO e sejam conduzidas a receberem SUA PALAVRA pela ministração DELE na
cooperação dos que ELE mesmo chamou e conduz para isso, o SEU POVO, SUA
FAMÍLIA, SEUS CHAMADOS, SUA EKKLESIA...
O povo avança em sua jornada sob a direção do ETERNO e
recebe a PROMESSA de uma terra onde não será mais estrangeiro e peregrino, onde
não será mais itinerante e nômade, mas terá uma terra que fica conhecido como “TERRA
PROMETIDA”...
“E sucedeu que, posto o sol, houve densas trevas; e eis que
um FOGAREIRO FUMEGANTE e uma TOCHA DE FOGO que passou entre aqueles pedaços.
Naquele mesmo dia, fez o SENHOR aliança com Abrão, dizendo: À tua descendência
dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande Eufrates...” (Gênesis
15:17-18)...
Assim o povo de DEUS assume um CAMINHO que em sua posse de
terra garantida pelo ETERNO se torna o anúncio de que a jornada do povo de DEUS
no meio de todo o espaço-tempo-história, prosseguirá até que há uma chegada
SANTÍSSIMA na TERRA ETERNA, no CÈU DE DEUS, na NOVA JERUSALÉM, no CÉU DE
DEUS...
Todo o projeto descrito desde os primeiros escritos por meio
de SEU próprio povo, no campo terreno e que segue como escrita descritiva e
anunciadora de EVENTOS ainda maiores que estes e que sendo cumpridos cabalmente
na terra, seriam cabalmente cumpridos no céu, onde o SEU povo tem a graça e a
bênção de percorrer o tempo anunciando a ETERNIDADE...
A analogia viva operada pelo ETERNO no período anterior ao
início da ÚLTIMA CAMINHADA no deserto do mundo, é cabalmente cumprida pelo
ETERNO na vida dos que ELE chamou para tal até o cumprimento da “PLENITUDE DO
TEMPO” (Gálatas 4:4)...
O MOVIMENTO do ETERNO no cumprimento ABSOLUTO de SUA PALAVRA
NELE, por meio DELE e para ELE, se CONSUMA em SEU MESSIAS, o SEU PROMETIDO,
NELE mesmo o SEU CRISTO, na PESSOA DE JESUS CRISTO:
“Vindo a plenitude do tempo, DEUS enviou SEU FILHO, nascido
de mulher, nascido sob a LEI, para resgatar os que estavam sob a LEI, a fim de
que recebêssemos a adoção de filhos.” (Gálatas 4:4-5)...
Esta “imensa” proclamação do PROCEDIMENTO DO ETERNO desde os
tempos ETERNOS a respeito de CRISTO, que passa pela história antes DELE, no
anúncio “incompleto” nas alegorias santíssimas formuladas pelo ETERNO para que
fossem ministradas pelo SEU povo em visão constante e ininterrupta de CRISTO
antes DELE, foi feita...
Fica evidente que o MOVIMENTO DO ETERNO dentro do tempo e na
ação do SEU povo, sofreu diversos reveses no meio do povo, quanto à visão deste
povo dentro da história...
Esta obra não foi feita de forma perfeita pelo povo, no
sentido de manter o foco e a visão focada em CRISTO o tempo todo...
Mas a narrativa da PALAVRA DE DEUS pelo meio da história de
SEU povo, fica registrado nas páginas do LIVRO DE DEUS, as mais diversas
interrupções por parte do povo em se manter alinhados com o que o ETERNO está
REALIZANDO quanto ao SEU PROPÓSITO ETERNO em CRISTO desde os tempos eternos...
Não será sem as mais diversas interrupções e juízos e
correções e mesmo lições sobre este povo para que na correção voltassem ao PROJETO
e ROTA DE DEUS e chegasse a esta “PLENITUDE DO TEMPO” conduzindo seu
ministério...
Os diversos escritos e apelos proféticos no decorrer da
história expõe as inclinações dos chamados a estados antitéticos, e seduções
diversas sob exposição e aceitação e vivência inadequadas e em rebelião contra
o ETERNO DEUS com que os chamados se insurgiram ao longo da história dos ATOS
DO ETERNO com que SUA operação da SUA GRAÇA estava em andamento...
O mesmo ocorre no período pós encarnação do ETERNO em CRISTO
que inaugura o ÚLTIMO DIA...
A encarnação apresenta o momento máximo da REVELAÇÃO...
Toda a manifestação profética sombreada pelas mais diversas
formas de anúncio sobre o ETERNO que por SEU PROMETIDO, o SEU MESSIAS
SANTÍSSIMO que É ELE MESMO na PESSOA DE JESUS, chega e ao chegar é então a
PLENITUDE DE TUDO NELE...
Não há mais nada a ser revelado além de CRISTO, o que vier
além de CRISTO é anátema...
“Admira-me que
estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de CRISTO
para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam
e querem perverter o evangelho de CRISTO. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo
vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja
anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho
que vá além daquele que recebestes, seja anátema.” (Gálatas 1:6-9)...
O ETERNO que se manifesta para andar com os SEUS e se torna
aos SEUS pelo nome dos SEUS, que ELE mesmo chamou em CRISTO, assim tanto
honrando os SEUS quanto tomando os SEUS como referência no mundo como os que
com ELE, por meio DELE e para ELE vivem, conduzindo-se em SUA GRAÇA conforme
SEU PROPÓSITO ETERNO em CRISTO, não há outro ou qualquer nome ou qualquer
evento ou acontecimento que seja semelhante ou sequer se aproxime de SUA
PLENITUDE...
“Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e
vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo
e não segundo CRISTO; porquanto, NELE, habita corporalmente, toda a PLENITUDE
DA DIVINDADE. Também, NELE, estais aperfeiçoados. ELE é o CABEÇA de todo
principado e potestade. NELE, também fostes circuncidados, não por intermédio
de mãos, mas do despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de
CRISTO...” (Colossenses 2:8-11)...
Todo o aparato humano de contrapor ou de anexar ou de
ritualizar ou parear as informações bíblicas sobre JESUS CRISTO com toda
manufatura religiosa humana com aparência bíblica por aproximação semântica é
ato produto do engano, do equívoco, do erro, do pecado quando não inspiração do
inferno, dos demônios, das ações satânicas que operam conjuntamente com a
iniquidade no mundo e que gera todo tipo de operações para seduzir e enganar a
humanidade e também e principalmente os cristãos para os manter ocupados com
todo tipo de esforços particulares, religiosos e de conotações da academia do
intelecto religioso e de estruturação e arquitetura bíblica para dar a
impressão de veracidade, pela teologia de alto nível, mas de sutil desvio no
conjunto da aplicação prática com centralidade humana, antropocêntrica, que sob
o signo do aplauso humano e das ciências sociais dos contemporâneos, se torna
justificável e de conotação legítima, exatamente legitimada pela própria
sociedade do engano que a aplaude...
Para uma grande quantidade de cristãos será estas operações
o suficiente para conduzi-los a vias opostas à APRESENTAÇÃO DA PLENITUDE DE
CRISTO e dos santíssimos anúncios e operações que o ETERNO estará realizando
sobre o espaço-tempo-história no ÚLTIMO DIA, no momento escatológico...
O caso dos judeus impõe uma advertência de seríssima obrigação
a ser observada pelos cristãos:
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou
dia de festas, ou de lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das
coisas que haviam de vir; porém o corpo é de CRISTO...” (Colossenses 2:16-17)...
O ato do ETERNO na PLENITUDE EVIDENTE DE CRISTO, passará
desapercebido por seu próprio povo, quando a visão deste povo estiver seduzida
pelo próprio rudimento utilizado pelo próprio DEUS como artefato primário e como
necessário aparelho de uso pedagógico e de orientação à estrutura da construção
humana que progressivamente vai recebendo as lições do ETERNO jamais no entanto
confundindo a PESSOA DO ETERNO com os aparatos materiais, finitos, simples, com
detalhamento de grandezas máximas conforme a aferição humana, como ouro,
medidas, detalhamento máximo dos cuidados construídos, utilizados para tais
lições de GRANDEZA que imporá a mentalidade atingida por tais lições, como um
aviso de superior transcendência além do próprio objeto utilizado, mas que foi
equivocadamente trocado pelo aprendiz, por diversos fatores que assomaram,
assaltaram, sequestraram suas almas no decorrer da história, tornando-os de
visibilidade mais elevada que o FIM DOS ESTUDOS: CRISTO...
De tal forma tal anomalia atingiu o coração dos hebreus, dos
judeus e dos cristãos, que JESUS CRISTO tanto para os judeus não era
reconhecido como DEUS, quanto CRISTO para os cristãos não é conhecido como
CRISTO...
Tanto os judeus se amaram mais a si mesmos que a CRISTO,
quanto os cristãos em sua religiosidade se inflamaram nestas religiosidades
manifestas ao longo dos séculos incluindo tantos anexos à CRISTO que ora
veremos uma multiplicidade de divindades coadjuvantes a CRISTO para lidar com o
aparato espiritual destes povos, os líderes conjugados como elementos de
necessária manutenção da fé, dos papas, dos padres, dos dogmas, das tradições,
das teologias e construções territoriais na terra, dos domínios particulares,
dos movimentos de reforma, dos pastores, das denominações, das diversidades
teológicas contraditórias afirmadas como aceitáveis e até necessárias
semelhantes e pareando a teologia cristã com a teologia mundana do ecumenismo
clássico romanista, quanto da visão teológica das religiões não cristãs em seu
pluralismo e universalismo afirmado como bom, assim se tornou o cristianismo e
a cristandade atual sob o mesmo manto do império da crença humana e temporal,
sobre o ETERNO CRIADOR e CRISTO...
Tanto Israel quanto os cristãos atuais, conseguem observar
sua própria história como movimento histórico de importância vital para a
existência de seus próprios impérios e reconhecidos como tais dentro do mundo,
como um tipo de cultura religiosa judaico-cristã que surgiu por movimentos
humanos de alguma forma inexplicáveis dados os elementos detalhados que
intricaram a teoria e a inviabilizam sem a PRESENÇA e AUTORIA de todo MOVIMENTO
a partir do AUTOR ABSOLUTO acima de hebreus, judeus, cristãos...
Mas mesmo assim, com todo o reconhecimento histórico, dada a
construção da GRANDE CIDADE a GRANDE BABILÔNIA humana e mundialmente
sedimentada, mesmo sendo afirmada a PESSOA de um AUTOR, é no entanto uma afirmação
semi-etérea onde o AUTOR não passa de uma figura formada pelas autorias
humanas, como um neo-gnosticismo-evangelicalista que honra a construção humana
então mantendo tanto o Israel, povo, nação, geografia até santificada pelo
entendimento humano, quanto se mantém a construção cristã à parte ou mesmo
reconhecido como tendo saído de lá, como no início do chamado cristianismo, e
este cristianismo se desenvolveu a parte de Israel ao longo dos séculos,
atingindo sua plenitude nos estratos atuais de ampla formulação humana e visivelmente
estabelecida e contada e contabilizada como aparato de domínio do planeta como
objetivo último...
A posse de Israel de sua terra é seu bem último como a posse
da terra para os cristãos atuais é seu fim último, uma terrestrialização do que
se convencionou chamar de fé...
Os “bens da salvação” para os núcleos humanos que falam em
nome de DEUS, seguem os árbitros de seus próprios terrenos criativos mesclados
com textos bíblicos bem como dos documentos produzidos pelas comunidades
crísticas afins, sejam no catolicismo, seja no evangelicalismo mundial...
Todo percurso de Israel em busca da “terra prometida” bem
como da cristianização politizada imperial que se sobrepõe ao EVANGELHO DE DEUS
se tornou um “outro EVANGELHO” pregado e vivido na mais horrível mescla
quimérica bizarra do que se conseguiu juntar pelos mais proeminentes pensadores
e teólogos crísticos ao longo dos séculos, mantido pelo aparato poderoso dos
estados religiosos operando na consciência humana uma realização do bem
humano-religioso como uma ordem para alcançar o “bem da salvação” seja um tipo
de transcendência operara a partir do próprio ser humano quando o “homem salva
o homem” quanto transcendente, bem como na operação da salvação presente da
conquista dos espaços como “terras prometidas” a serem anexadas ao processo de
realização última do homem...
A benção do ETERNO afirmada a Abraão em Gênesis 12, bem como
de JESUS CRISTO em Mateus 28:18-20, sobre a posteridade a partir de DEUS é
absolutamente esquecida e vista como um objeto fundamentalista e uma ameaça a
toda conquista e império da crença a partir do império humano do homem
religioso-politizado-terrestrializado que sobre o homem e o mundo impera...
Agora o aparato antropocêntrico tem que se firmar e se
formar em um grande império uma GRANDE BABILÔNIA, uma GRANDE MERETRIZ conforme
Apocalipse 17 e 18, faz uma impressão no espaço-tempo-história sob o signo da
CARTA IMPERIAL que o império e reino do Diabo sobre a terra utiliza por
padrão...
Atinge a humanidade este reino do maligno cujas amplas
fronteiras absorvem todas as categorias, desejos e as ameaças, os medos e as
expectativas bem como as esperanças de tal forma que faz surgir uma nova
hermenêutica, uma nova exegese construída sobre estas bases sedimentadas sobre
as mentalidades e a práxis humana em todos os segmentos inclusive nos ideais
religiosos, espirituais onde as visões sobre a Bíblia estão sujeitas a esta
nova camada de visão de mundo, de visão de vida, visão auto-cêntrica...
Assim o RELATO ESCRITURÍSTICO do momento da REVELAÇÃO do
ETERNO em SUA PALAVRA, em SEU CRISTO sobre uma humanidade falida e morta sob o
domínio do mal com expressões também estabelecidas em seu tempo, hoje ampliada em
nível de amplitude mundial, naqueles dias embrionários, faz necessário uma
conversão da hermenêutica, da exegese de uma categoria de atos no ser humano
que o conduzam ao ponto da REVELAÇÃO, ao encontro com o ETERNO a partir de SEU
CHAMADO, para sermos conduzidos ao cerne da HISTÓRIA conforme SEU AUTOR, ao
significado REAL da REALIDADE REAL que o AUTOR lhe outorga ao SALUTAR conteúdo
do CONTEÚDO na GRAÇA de DEUS ao ser humano em todo SEU EXPLENDOR então em SUA
PLENITUDE, JESUS CRISTO...
A condição nômade dos momentos primordiais se apresenta como
característica precípua para que o entendimento do AMBIENTE ETERNO jamais tenha
sido removido da visão de vida correta que deve ocupar o centro do ser no homem
chamado e seguir esta carreira que lhe está proposta é a concretude da GRAÇA na
substância do CORPO DE CRISTO que se move igualmente nômade sobre a terra, mas
com a visão no ETERNO SENHOR JESUS CRISTO...
A base da existência do povo de DEUS em determinado momento
seguiu determinado em direção à “terra prometida” e dela tomou posse, deveria
saber no entanto que aquela “terra prometida” era igualmente sombra de CRISTO e
do ELEMENTO ETERNO contido na própria promessa daquela e naquela terra por um
tempo pré encarnação do ETERNO e que nesta encarnação os elementos utilizados
como sombra se desfariam absolutamente não restando nada absolutamente nada a
cobrir o CORPO DE CRISTO, ELE MESMO que agora lidera no DIA ESCATOLÓGICO então
o ÚLTIMO DIA, a jornada última de SEU POVO que se mantém na JORNADA PEREGRINA,
cuja única referência é sempre UM: JESUS CRISTO, cuja PALAVRA é ÚNICA: JESUS
CRISTO, cujo princípio e fim único é UM: JESUS CRISTO, cuja manifestação é
ÚNICA: JESUS CRISTO e seu povo, que se chama pelo SEU NOME, impõe a marca
devida aos marcos determinados por CRISTO como devem ser, onde o ALFA E ÔMEGA é
a única referência a ser vista: JESUS CRISTO...
Não há aparato religioso possível, nada que se construa como
referência terrena deve ser objeto de esforço deste povo santo, por ser o povo
santo o esforço de CRISTO na CRUZ o resultado de SUA REDENÇÃO, assim sendo a
marca de CRISTO no mundo, então o próprio CORPO DE CRISTO sobre a terra que
vive esta expressão em si mesmos sendo vivos e guiados pelo ESPÍRITO SANTÍSSIMO
que ressuscitou a JESUS CRISTO, faz a VIDA ser mantida no CORPO DE CRISTO e o
conduz até o SEU DIA para nos entregar em SUAS MÃOS...
“... a fim de sermos para louvor de SUA glória, nós, os que
de antemão esperamos em CRISTO; em quem também vós, depois que ouvistes a
PALAVRA DA VERDADE, o EVANGELHO da vossa salvação, tendo NELE crido, fostes selados
com o ESPÍRITO SANTO da promessa; O QUAL é o penhor da nossa herança, até ao
resgate da SUA propriedade, em louvor da SUA glória.” (Efésios 1:12-14)...
O ETERNO DEUS que caminha com, que toma os chamados pelo
nome e se identifica com os SEUS pelo nome de geração em geração é um aviso de
que a continuidade é VERDADEIRA, de que toda PROMESSA é REAL e de fato será
CUMPRIDA por ELE MESMO, que a gerencia a partir de SUA SOBERANA VONTADE na
comunhão com os que por tal VONTADE ELE os chama para serem com ELE uma
comunhão familiar, SEU povo santo, SEU povo em SUA família...
A PALAVRA aos chamados e a comunhão com os seus, como
Abrãao, Isaque e Jacó, tal expressão é cantada por Moisés no Salmo 90 afirmando
que a FIDELIDADE DO ETERNO em seguir no cumprimento de SUA VONTADE e direção de
SUA VONTADE, se dá e dará, pois “TU tens sido nosso refúgio, de geração em
geração...” (Salmo 90:1)...
À esta REALIDADE REAL, os chamados são incluídos, que está
NELE, por meio DELE e para ELE e esta expressão gera o anúncio profético do
ÊXODO para o DIA ETERNO, quanto gerou para o Êxodo do Egito...
A PALAVRA DO ETERNO é a PROMESSA contínua do ETERNO para SEU
povo SANTO, para que gere nos chamados a CENTRALIDADE correta NELE, então o que
se chama de fé e que moveu tanto Abraão, quanto todos os que foram chamados por
ELE, o SENHOR:
“Abraão creu em DEUS, e isso lhe foi imputado para
justiça...” (Romanos 4:3)...
A relação entre o ETERNO e Abraão se forma no SEU chamado e
então pela PALAVRA no coração de Abraão, fez a operação da fé e que creu sendo
marcada a sua vida pela JUSTIÇA DE DEUS em CRISTO e em tudo que há em CRISTO
desde os propósitos para esta vida quanto para a eternidade na centralidade
absoluta que há em CRISTO...
Quando há fé em CRISTO, ocorre no ser a JUSTIFICAÇÃO e a
GRAÇA do que CRISTO É e em tudo que DELE decorre naquele mesmo momento e então
EM CRISTO está antecipada a ETERNIDADE e de tudo que há NELE no tempo e na
eternidade e assim Abraão se tornou um CRISTÃO na legitimidade da CRUZ que há
no verdadeiro e real sentido da PALAVRA de ser um CRISTÃO, por NELE, por meio
DELE e para ELE estar sendo chamado, resgatado, salvo e tornado um povo santo,
família de DEUS, sendo esta a referência e sinal de DEUS na terra, o próprio
salvo, o povo, Sua família...
A PALAVRA é inegavelmente uma chamada constante da
ETERNIDADE e da SOBERANIA de CRISTO para todo ser humano e para com os SEUS os
chamados, os salvos, a ekklesia para ELE mesmo...
Os não salvos, para a salvação...
Os salvos para a REALIDADE REAL do que é ser de CRISTO...
Neste ponto o ANÚNCIO DO que de fato É, está sendo a marca
dos que sendo chamados unicamente se movem sob a PALAVRA DE CRISTO e não sob
qualquer marca religiosa ou ritualística ou de quaisquer poderes eclesiásticos,
humanos, filosofias, teologias, ou poderes papais, de padres, de pastores,
denominações, artigos, declarações de fé, estatutos, movimentos ecumênicos
sejam do modelo católico ou do modelo evangélico ou seja de que tipo for, mas
absolutamente sob a PALAVRA DO ETERNO, sendo povo santíssimo, que anda como sal
e luz do mundo, no mais estreita porta, no mais estreito caminho, nos cantos e
valados, nas fendas da terra, nas cavernas e valados, nos obscuros caminhos
fora dos holofotes midiáticos, e de toda elucubrações mentais teológicas geradas
por aparatos fictícios, imaginários, sofisticados pelas mais diversas analogias
circenses, mágicas, feiticeiras, mirabolâncias teológicas, profetadas
alucinantes...
O povo santo no entanto é o portador da PALAVRA SANTA que
vive conforme a PALAVRA SANTA, mas como a PESSOA DO SENHOR e a PALAVRA DO
SENHOR, igualmente não será amado pelo mundo, será odiado, como odiaram o
SENHOR...
“Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou,
porque eles não são do mundo, como também eu não sou.” (João 15:14)...
Sendo o povo restante que guarda os mandamentos de DEUS e
o testemunho de JESUS (Apocalipse
12:17), seguirá sem expressão no mundo, mas sendo a luz e o sal de DEUS para o
próprio mundo e o aviso santo do fim: JESUS CRISTO...
“E será pregado este EVANGELHO do REINO por todo o mundo,
para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.” (Mateus 24:14)...
Talvez seja tarde para muitos... Mas... Talvez não seja
tarde para alguns...
Heber zenun, pastor, pesquisador e professor...
DEUS abençoe a todos os que O amam de todo coração...
Nenhum comentário:
Postar um comentário