Bíblia de Estudos e-Sword

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Catástrofes em SC ... Informações úteis...

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Há 150 anos começou a tragédia de Santa Catarina, escreve Eloy Casagrande Jr, doutor pela Universidade de Nottingham, professor na área de sustentabilidade e inovação, e coordenador do Grupo de Estudo Tecnologia e Meio Ambiente da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em Curitiba.

Diz Eloy Casagrande Jr ,a respeito da "tragédia de Santa Catarina, anunciada há mais de 150 anos": as enchentes no Vale do Itajaí ocorrem desde a sua colonização, há mais 150 anos. De 1850 a 1992 ocorreram 66, das quais 11 até 1900, 20 nos 50 anos subseqüentes e 35 nos últimos 43 anos, diz ele.
"Relatos históricos registram 9 metros de elevação do rio Itajaí-Açu na enchente de 1862, tornando terras agrícolas e cidades alagadas um cenário comum até os dias de hoje. Isto levou a população local, principalmente de Blumenau, a criar uma cultura de coexistência com as enchentes de pequena magnitude e também a conviver com o uso político das mesmas.
Promessas de que se vai acabar com as cheias, são parte de velhos chavões políticos como prometer mais investimentos na educação, na segurança e na saúde. Também medidas governamentais de atendimento as populações atingidas e as inúmeras soluções de engenharia para o problema são discutidas desde a enchente de 1880 - a maior que se tinha registro até então, chegando o nível a 17 metros e 10 centímetros!
Em 1911, quando o pico de cheia alcançou 16 metros e 90 centímetros, surgiram várias propostas para o problema, inclusive a mudança da cidade para pontos mais altos e a construção de um canal de escoamento a partir de Blumenau. Esta segunda seria retomada nos anos 30 pelo primeiro estudo de defesa contra as cheias e também nos anos 80.
A primeira, e mais inteligente, poderia ser traduzida para uma linguagem técnica mais moderna dos dias de hoje: o uso ordenado do solo, onde se pode controlar a densidade demográfica, evitar a ocupação de áreas inundáveis e as encostas e os desmatamentos.
Também a proposta de Otto Rohkohl, de 1929, era sensata do ponto de vista de engenharia fluvial e previa a construção de barragens e reservatórios de contenção. Nas suas próprias palavras "quase todos os rios formadores, assim como afluentes do Itajaí-Açu, apresentam locais no seu alto curso, que, devido à constituição natural do terreno, permitem que se edifiquem barragens e reservatórios de contenção contíguos, a custos relativamente baixos".
Infelizmente, a proposta esbarrou nos interesses de famílias de elite da região que não queriam ver suas terras usadas para tal solução, seguidas de diversas administrações municipais que também a ignoraram.
Com as quatro enchentes que atingiram o vale em 1957, beirando a marca dos 13 metros, iniciou-se a luta por medidas de controle de cheias. Jornais noticiaram na época uma verdadeira calamidade pública. As águas torrenciais e traiçoeiras do rio Itajaí-Açu arrastaram em poucas horas, rio abaixo, para o Atlântico, tudo o que os colonos, com rara energia e competência tinham construído, trazendo também o desânimo e a dor para a grande maioria dos habitantes do município e principalmente para a cidade.
Dois terços das residências, estabelecimentos fabris e comerciais e depósitos foram atingidos pela inundação. Neste mesmo ano, os radialistas criaram a Associação de Imprensa e Rádio do Vale do Itajaí, com a finalidade de pressionar o poder público a tomar atitudes em relação às enchentes elaboraram um documento enviado ao presidente Juscelino Kubitschek. O que se viu a seguir foi o primeiro decreto presidencial, de janeiro de 1957, nomeando um Grupo de Trabalho para estudar a situação econômica da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí e propor as medidas necessárias ao seu desenvolvimento.
Entre estudos geoeconômicos, a discussão de construção de barragens para contenção de cheias e aproveitamento para potencial hidrelétrico e irrigação, os estudos foram se arrastando por anos sem um objetivo claro. Somente após a enchente de 1º de novembro de 1961, que ocasionou mortes e muitas perdas materiais, levando o então presidente João Goulart a sobrevoar a região inundada, é que se retomaram os projetos das barragens.
Iniciados em 1964, três barragens foram construída com atrasos clássicos das obras de engenharia, sendo finalizadas somente em 1976.
No entanto, suas capacidades se basearam apenas nas enchentes que ocorreram entre 1931 e 1975, alegando-se que seriam suficientes para que não fosse ultrapassada a marca dos 9 metros e 90 centímetros em Blumenau. As enchentes 1983, que causaram danos materiais na ordem de US$ 1,1 bilhão, vieram provar que as estimativas estavam erradas ao considerar desprezíveis as informações das grandes cheias até 1911.
Após as cheias de 1983, com um pico de 15 metros e 34 centímetros e em seguida a de 1984, com 15 metros e 46 centímetros, surgiram os primeiros indícios de que uma relação entre as enchentes e a extensão do uso do solo, incluindo-se o desmatamento, começava a ser percebida.
Não houve, porém, um aprofundamento desta questão, e muito menos decisões políticas que permitissem concretizar ações, embora não faltassem alertas importantes, como o do memorável botânico Roberto Miguel Klein: "Atualmente encontram-se em toda a área, outrora florestal, apenas remanescentes da vegetação original, que não raro, devido ao porte, são confundidos com a vegetação secundária (capoeirões), sobretudo na região da Floresta Ombrófila Densa (floresta pluvial da costa atlântica) e que, indistintamente, são derrubados para fins energéticos substituindo o óleo combustível nas caldeiras.
Esta devastação sem precedentes, no norte e sul do Estado, causou um profundo desequilíbrio nos ecossistemas com conseqüências imprevisíveis, sobretudo no vale do Itajaí, onde a busca energética de lenha e carvão vegetal é mais intensa e arrasadora."
O que em seguida se viu foi a criação de vários projetos como:
1) o "Projeto Nova Blumenau", que partiu de uma assembléia de cidadãos locais e que durou apenas um ano pela falta de apoio da prefeitura para viabilizar as propostas elaboradas pelas comissões e uso político da mesma;
2) o "Projeto Crise", da Fundação Universidade Regional de Blumenau, com o objetivo de desenvolver as chamadas medidas não-estruturais para proteção de enchentes, englobando monitoração do tempo, monitoração de níveis, modelos de previsão hidrológica e cartas de risco de inundação, uma espécie de sistema de alerta, que também envolvia as Centrais Elétricas de Santa Catarina;
3) o estudo realizado entre 1986 e 1990 pela Agência de Cooperação Internacional do Japão, em parceria com o extinto Departamento Nacional de Obras e Saneamento, que previa a retificação e alargamento da calha do Rio Itajaí-Açu, de forma a facilitar o escoamento das águas e a construção de um canal artificial de 10 quilômetros ligando a cidade de Itajaí à praia de Navegantes;
4) o "Plano Global e Integrado de Defesa contra as Enchentes", dos governos estadual e municipal, que previa a instalação de comitês de bacia, a começar pela bacia do Itajaí, também teve o apoio da Furb na formação do estatuto dos comitês.
No entanto, apesar dos eloqüentes discursos de 1984 do então governador Esperidião Amin, nenhuma das iniciativas logrou êxito: "no nível de governo estadual, as resoluções não eram transformadas em decisões políticas e, no nível comunitário, prevaleceu o habitual deixa como está para ver como fica.
A preocupação das "lideranças sociais" era predominantemente a de conseguir recursos para as obras do DNOS, enquanto a administração das enchentes, da água em geral, e a busca de soluções alternativas ou complementares, não era alvo de discussão".
Nesta tragédia de novembro de 2008, o número de mortes pode chegar a 200 pessoas, mais de 80 mil pessoas desabrigadas, um prejuízo ainda incalculável e gastos com a reconstrução econômica do Vale que certamente ultrapassará a casa dos bilhões! Certamente, não foram os "caprichos da natureza" culpados pela catástrofe.
Mas, afinal, quem são os culpados? O desmatamento na Amazônia que interfere no regime de chuvas que caem na região Sul? O aquecimento global que altera a temperatura das águas dos oceanos, causando mais evaporação - já vimos isto no Furacão Catarina, em 2004?
A irresponsabilidade total ao longo dos anos de políticos e administradores dos governos municipal, estadual e federal para resolver o problema das cheias, somado a um histórico descumprimento das leis ambientais no estado de Santa Catarina?
São constantes as denúncias dos impactos das atividades de mineração no sul do Estado, uso dos rios de forma irresponsável para construções de hidrelétricas e irrigação de monoculturas. O desmatamento crescente no Estado?
Originalmente Santa Catarina tinha 85% do território coberto pela Mata Atlântica, hoje há apenas 17,4% dessa área. De acordo com Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Santa Catarina foi o Estado que mais desmatou entre 2000 e 2005 - sendo que atualmente o governo de Santa Catarina vem trabalhando para alterar sua legislação ambiental e reduzir a proteção das chamadas áreas de preservação permanente, como encostas de morros.
A falta do mesmo espírito empreendedor da população que fez o Vale do Itajaí prosperar economicamente, aplicado a um plano de ocupação da região dentro dos parâmetos da sustentabilidade? Uma das características de todas as enchentes foi a comunidade sempre delegar a terceiros a responsabilidade de "resolver" o problema..."
A propósito: a maior parte destas informações foi extraída da tese de doutorado da professora Beate Frank ("Uma abordagem para o Gerenciamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Itajaí, com Ênfase no Problema das Enchentes") de... 1995.
(01/12/2008)

domingo, 30 de novembro de 2008

... Do meio das catástrofes e dos escombros...

O Sol saiu !!!
(mensagem de um morador de Itajaí)

"Pensar para aceitar, Calar para resistir, Agir para vencer!!!
Hoje 27 de novembro de 2008 o sol saiu e conseguimos voltar a trabalhar. A despeito de brincadeiras e comentários espirituosos normais sobre esta "folga forçada" a verdade é que nunca me senti tão feliz de voltar ao trabalho. Não somente pelo trabalho, pela instituição e pela própria tranqüilidade de ter aonde ganhar o pão, mas também por ser um sinal de que a vida está voltando ao normal aqui na nossa Itajaí.
As fotos que circulam na internet e os telejornais já nos dão as imagens claras de tudo que aconteceu então não vou me estender narrando e descrevendo as cenas vistas nestes dias. Todos vocês já sabem de cor. Eu quero mesmo é falar sobre lições aprendidas.

Por mais que teorias e leituras mil nos falem sobre isso ainda é surpreendente presenciar como uma tragédia desse porte pode fazer aflorar no ser humano os sentimentos mais nobres e os seus instintos mais primitivos. As cenas e situações vividas neste final de semana prolongado em Itajaí nos fizeram chorar de alegria, raiva, tristeza e impotência.
Fizeram-nos perder a fé no ser humano num segundo, para recuperar-la no seguinte. Fez-nos ver que sempre alguém se aproveitará da desgraça alheia, mas que também é mais fácil começar de novo quando todos se dão as mãos.

Que aquela entidade superior que cada um acredita (Deus, Alá, Buda, GADU etc.) e da forma que cada um a concebe tenha piedade daqueles:

- Que se aproveitaram a situação para fazer saques em Supermercados, levando principalmente bebidas e cigarros
- Que saquearam uma farmácia levando medicamentos controlados, equipamentos e cofres e destruindo os produtos de primeira necessidade que ficaram assim como a estrutura física da mesma.
- Que pediam 5 reais por um litro de água mineral.
- Que chegaram a pedir 150 reais por um botijão de gás.
- Que foram pedir donativos de água e alimentos nas áreas secas pra vender nas áreas alagadas.
- Que foram comer e pegar roupas nos centros de triagem mesmo não tendo suas casas atingidas.
- Que esperaram as pessoas saírem das suas casas para roubarem o que restava.
- Que fizeram pessoas dormir em telhados e lajes com frio e fome para não ter suas casas saqueadas.
- Que não sentiram preocupação por ninguém, algo está errado em seu coração.
- Que simplesmente fizeram de conta que nada acontecia, por estarem em áreas secas.

Da mesma forma, que essa mesma entidade superior abençoe:

- Aqueles que atenderam ao chamado das rádios e se apresentaram no domingo no quartel dos bombeiros para ajudar de qualquer forma.
- Os bombeiros que tiveram paciência com a gente no quartel para nos instruir e nos orientar nas atividades que devíamos desenvolver.
- A turma das lanchas, os donos das lanchinhas de pescarias de fim de semana que rapidamente trouxeram seus barquinhos nas suas carretas e fizeram tanta diferença.
- À equipe da lancha, gente sensacional que parecia que nos conhecíamos de toda uma vida.
- Aos soldados do exército do Paraná e do Rio Grande do Sul.
- Aos bravos gaúchos, tantas vezes vitimas de nossas brincadeiras que trouxeram caminhões e caminhões de mantimentos.
- Aos cadetes da Academia da Polícia Militar que ainda em formação se portaram com veteranos.
- Aos Bombeiros e Policias locais que resgataram, cuidaram , orientaram e auxiliaram de todas as formas, muitas vezes com as suas próprias casas embaixo das águas.
- Aos Médicos Voluntários.
- Às enfermeiras Voluntárias.
- Aos bombeiros do Paraná que trabalharam ombro a ombro com os nossos.
- Aos Helicópteros da Aeronáutica e Exercito que fizeram os resgates nos locais de difícil acesso.
- Aos incansáveis do SAMU e das ambulâncias em geral, que não tiveram tempo nem pra respirar.
- Ao pessoal do Helicóptero da Polícia Militar de São Paulo, que mostrou que longo é o braço da solidariedade.
- Ao pessoal das rádios que manteve a população informada e manteve a esperança de quem estava isolado em casa.
- Aos estudantes que emprestaram seus físicos para carregar e descarregar caminhões nos centros de triagem.
- Às pessoas que cozinharam para milhares de estranhos.
- Ao empresário que não se identificou e entregou mais de mil marmitex no centro de triagem.
- A todos que doaram nem que seja uma peça de roupa.
- A todos que serviram nem que seja um copo de água a quem precisou.
- A todos que oraram por todos.
- Ao Brasil todo, que chorou nossos mortos e nossas perdas.
- Aos novos amigos que fiz no centro de triagem, na segunda-feira.
- A todos aqueles que me ligaram preocupados com a gente.
- A todos aqueles que ainda se preocupam por alguém.
- A todos aqueles que fizeram algo, mas eu não soube ou esqueci.


Há alguns anos, numa grande enchente na Argentina um anônimo escreveu isto:

COMEÇAR DE NOVO


Eu tinha medo da escuridão
Até que as noites se fizeram longas e sem luz
Eu não resistia ao frio facilmente
Até passar a noite molhado numa laje
Eu tinha medo dos mortos
Até ter que dormir num cemitério
Eu tinha rejeição por quem era de Buenos Aires
Até que me deram abrigo e alimento
Eu tinha aversão a Judeus
Até darem remédios aos meus filhos
Eu adorava exibir a minha nova jaqueta
Até dar ela a um garoto com hipotermia
Eu escolhia cuidadosamente a minha comida
Até que tive fome
Eu desconfiava da pele escura
Até que um braço forte me tirou da água
Eu achava que tinha visto muita coisa
Até ver meu povo perambulando sem rumo pelas ruas
Eu não gostava do cachorro do meu vizinho
Até naquela noite eu o ouvir ganir até se afogar
Eu não lembrava os idosos
Até participar dos resgates
Eu não sabia cozinhar
Até ter na minha frente uma panela com arroz e crianças com fome
Eu achava que a minha casa era mais importante que as outras
Até ver todas cobertas pelas águas
Eu tinha orgulho do meu nome e sobrenome
Até a gente se tornar todos seres anônimos
Eu não ouvia rádio
Até ser ela que manteve a minha energia
Eu criticava a bagunça dos estudantes
Até que eles, às centenas, me estenderam suas mãos solidárias
Eu tinha segurança absoluta de como seriam meus próximos anos
Agora nem tanto
Eu vivia numa comunidade com uma classe política
Mas agora espero que a correnteza tenha levado embora
Eu não lembrava o nome de todos os estados
Agora guardo cada um no coração
Eu não tinha boa memória
Talvez por isso eu não lembre de todo mundo
Mas terei mesmo assim o que me resta de vida para agradecer a todos
Eu não te conhecia
Agora você é meu irmão
Tínhamos um rio
Agora somos parte dele
É de manhã, já saiu o sol e não faz tanto frio
Graças a Deus
Vamos começar de novo.

Anônimo

É hora de recomeçar, e talvez seja hora de recomeçar não só materialmente.
Talvez seja uma boa oportunidade de renascer, de se reinventar e de crescer como ser humano.

Pelo menos é a minha hora, acredito.

Que Deus abençoe a todos.

Luis Fernando Gigena

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

AJUDANDO ... EM SANTA CATARINA... CATÁSTROFES...

Graça e Paz Amados

"pedindo-nos, com muito encarecimento, o privilégio de participarem deste serviço a favor dos santos..." (II Cor. 8:4).
Meus irmãos chego até vcs nesta hora para gerarmos uma mobilização nacional a favor dos santos que moram na cidade de Blumenau, onde se encontra o Pr. Edson Mesquita, e da cidade de Itajaí, Pr. Hernande Russi, que neste momento tem muitos desalojados de suas casas, abrigados em suas igrejas. Vamos promover consolo aos santos que enfrentam tal angústia.
Conto desde já com seu amor, com a voluntariedade e a prontidão da vontade para consolarmos os amados destas cidades e outras.

O CONSELHO DE PASTORES E MINISTROS EVANGÉLICOS DE FLORIANÓPOLIS (CPMEF) INICIOU CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO DE ROUPAS E ALIMENTOS JUNTO ÀS IGREJAS P/ AJUDAR AOS FLAGELADOS DAS ENCHENTES.
GRUPO DE TRABALHO
Lideres Fone
Pr. Anderson 3247-5099 / 3034-6900
Pr. Marlon - 8427-0115
Pr. Davi Campos
Ap. Ronaldo. 3389-3574
Bp. Alceu - 99279622
Bp. Sergio – 3222-6700 / 7811-9178

Thiago Andrade – 8405-7622

URGENTE DOAÇÕES

Todas as doações podem ser encaminhadas

p/ as Igreja Locais ou na

RENASCER EM CRISTO,

SITA À AVENIDA Mauro Ramos

Em frente Instituto de Educação

Centro – Fpolis Fone: 3222-6700

Importante, após as águas baixarem, a reconstrução,
É um dos momentos mais difícil, a mídia deixa
de informar, o povo acaba esquecendo, a emoção
acaba quem ficou sem casa, moveis etc...
fica em desespero, nessa hora que a igreja
pode agir na prática, sem tv, mas com a
Graça e Misericórdia muito amor e ação.
Ajudando com tudo que vc imagina, NECESSITAMOS.
Como ajudar na prática?
A melhor forma de ajudar:
Deixar um valor em dinheiro,
Depositar na conta da Igreja p/ fazer investimentos em:
Moveis
Eletros Domésticos
Cama – mesa – banho e o que é desafiador,
Material de Construção, Famílias que perderam
Tudo, somente ficando com a vida.
Pr. Edson Mesquita (Blumenau)
Fones: 47) 3322-5118 / 9183-4720
Banco do Brasil = PIBBlumenau
Ag. 3126-7
C.C. 13305-1
Pr. Hernande Russi (Itajaí)
Fones: 47) 3344-6406 / 9132-8377

Pr. Valmir Martins (Florianópolis)

Fones: 48) 3236-1988 / 99656242

Banco do Brasil = Igreja Batista das Nações

Ag. 4641-8

C.C. 5.640-5 26/11/08